A Copel supera a média nacional de participação feminina na força de trabalho no setor elétrico brasileiro, com 23% de mulheres. Isso representa 15% a mais que a média brasileira. As mulheres têm impulsionado uma transformação no setor, conforme demonstra o estudo “Equidade de gênero no setor energético brasileiro”, do Ministério de Minas e Energia (MME), publicado em 2025. O trabalho feminino na Copel se traduz em inovação, liderança e novas perspectivas que fortalecem a companhia e o setor de energia como um todo. As mulheres atuam em áreas técnicas, operacionais e de gestão, conduzem projetos, equipes e decisões estratégicas da companhia, ampliando a contribuição para o funcionamento do setor elétrico brasileiro. A vice-presidência de Gente e Gestão da Copel, inclusive, é dirigida por Marcia Baena, uma profissional com larga experiência no setor. Neste Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, três delas contam suas experiências e refletem sobre o papel feminino no ambiente de trabalho. Histórias pessoais A diretora de Operação e Manutenção da distribuidora Copel, Karine Torres, começou sua carreira profissional no setor elétrico com pouco mais de 20 anos de idade. Depois de dois anos de experiência, conseguiu o primeiro cargo de liderança. Para ela, estar no mercado de trabalho é, antes de tudo, uma possibilidade de escolha que as mulheres conquistaram no decorrer das últimas décadas. “A mulher foi privada de escolhas durante anos. Ela não tinha nem direito a voto”, comenta Torres. “Vejo que o mercado de trabalho, para a mulher, é uma porta de liberdade: fazer o que gostamos, estar com quem gostamos. Levamos muito tempo para chegar até aqui e temos que continuar motivadas, ser mais fortes que eventuais desafios que aconteçam”, complementa. A superintendente de Sustentabilidade da Copel, Luísa Nastari, está na Copel há 17 anos. Formada em Engenharia Química, hoje ela gerencia uma equipe de 14 pessoas. “Eu tive muitas oportunidades ao longo da minha trajetória, mesmo atuando em uma área técnica que, historicamente, não tem grande presença feminina. Justamente por isso acredito na importância de termos cada vez mais mulheres nas engenharias e nos espaços de