
O mercado livre de energia vive um dos momentos mais complexos de sua história recente. Oscilações de preços, mudanças regulatórias, crescimento acelerado das fontes renováveis e dificuldades enfrentadas por algumas comercializadoras aumentaram o nível de atenção das empresas que buscam previsibilidade e segurança em suas operações.
“Várias comercializadoras, que no fundo são grandes intermediários entre geradoras e os clientes finais, assumiram um risco muito maior do que sua capacidade financeira. Com alta alavancagem, transacionando bilhões de reais, qualquer solavanco coloca a empresa que não tenha prudência mais afiada em situação delicada”, afirmou Slaviero.
Nos últimos meses, casos de inadimplência judicializações e quebra de contratos colocaram em evidência um ponto cada vez mais relevante no setor: escolher uma comercializadora vai muito além do preço da energia.
Em meio ao aumento da complexidade do mercado, diversas comercializadoras passaram a enfrentar dificuldades para sustentar suas operações, deixando clientes expostos a incertezas, renegociações emergenciais e maior risco financeiro. Em alguns casos, consumidores precisaram buscar rapidamente novos fornecedores para evitar impactos relacionados à exposição ao mercado de curto prazo e à descontinuidade da gestão contratual.
Em entrevistas recentes sobre o cenário do mercado, o presidente da Copel, Daniel Slaviero, observou que parte das empresas que passaram a atuar no mercado livre enfrentam problemas pela adoção de estratégias incompatíveis com a capacidade financeira.
Gestão de riscos
Para o diretor da Copel Comercialização, Rodolfo Lima, o amadurecimento do setor exige cada vez mais disciplina, gestão de riscos e capacidade operacional.
“O mercado livre se tornou mais sofisticado e desafiador. Hoje, os consumidores precisam avaliar não apenas preço, mas também a capacidade da comercializadora de entregar segurança, previsibilidade e suporte em cenários de maior volatilidade”, afirma.
Lima elenca como desafios do mercado livre de energia:
- Forte volatilidade do PLD (Preço de Liquidação das Diferenças);
- Mudanças regulatórias e alterações nos modelos de precificação;
- Crescimento acelerado da geração solar, alterando a dinâmica do mercado;
- Descasamento entre contratos de compra e venda e o perfil real de geração e consumo;
- Restrições de escoamento e entrega de energia renovável;
- Baixa liquidez para recomposição de contratos;
- Elevada exposição ao risco de submercado e perfil horário.
Neste cenário, segundo o diretor da Copel Comercialização, os consumidores passam a buscar comercializadoras com maior capacidade financeira, governança estruturada e gestão especializada para garantir continuidade, segurança e previsibilidade em um ambiente mais volátil.
Copel: solidez, experiência e gestão especializada
Mais do que comercializar energia, a Copel atua lado a lado com seus clientes para reduzir riscos, aumentar previsibilidade e apoiar decisões estratégicas em um ambiente cada vez mais dinâmico.
A companhia oferece suporte especializado em diferentes frentes:
- Revisão e diagnóstico completo da carteira de contratos de energia;
- Avaliação de riscos contratuais e exposição ao mercado de curto prazo;
- Readequação de volumes contratados conforme o perfil atual de consumo;
- Estruturação de estratégias para redução de impactos financeiros;
- Apoio técnico e comercial em renegociações;
- Desenvolvimento de soluções aderentes ao momento de cada cliente;
- Gestão especializada com acompanhamento contínuo do mercado.
Com atuação próxima e acompanhamento constante das movimentações do setor elétrico, a Copel busca transformar complexidade em segurança e volatilidade em previsibilidade para seus clientes.
Crescimento com governança e foco em longo prazo
A atuação da Copel Comercialização também acompanha a estratégia ESG e de governança do Grupo Copel. Recentemente, a companhia passou a integrar o Índice Dow Jones Best-in-Class, da Bolsa de Valores de Nova York, um dos mais relevantes indicadores globais de sustentabilidade corporativa.
No mercado livre, todo o portfólio comercializado pela empresa é baseado em energia renovável, gerada em usinas próprias do Grupo Copel e com rastreabilidade certificada por meio de I-RECs.
Preparada para o futuro do mercado livre
Com a abertura gradual do mercado livre de energia para todos os consumidores brasileiros, prevista na Lei 15.269/2025, o setor entra em uma nova fase de crescimento e competitividade.
Neste novo cenário, a Copel reforça seu posicionamento como uma empresa preparada para apoiar consumidores que buscam mais segurança, previsibilidade, governança e confiança para operar no mercado livre de energia com tranquilidade.
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