A Copel está investindo R$ 210,1 milhões em obras de modernização, expansão e reforço da rede elétrica nos municípios do Sudoeste paranaense ao longo deste ano. Os recursos contemplam melhorias em linhas de distribuição, subestações, infraestrutura tecnológica e ampliação da capacidade de atendimento, garantindo mais segurança, confiabilidade e qualidade no fornecimento de energia para moradores, produtores rurais, comércios e indústrias da região.

A região Sudoeste concentra algumas das cidades com maior demanda por energia do interior do Paraná, impulsionada pelo crescimento da atividade agroindustrial, do comércio e do setor de serviços. Os investimentos fazem parte do plano permanente da Copel para fortalecer o sistema elétrico e acompanhar o desenvolvimento econômico dos municípios.
Em todo o Paraná, a companhia atende mais de 5,3 milhões de unidades consumidoras e vem ampliando os investimentos em infraestrutura para assegurar capacidade de atendimento diante do crescimento do consumo de energia.
Um dos maiores volumes de recursos está sendo aplicado na cidade de Francisco Beltrão, que recebe mais de R$ 27 milhões em obras no sistema elétrico. Do total, R$ 15,7 milhões são destinados à melhoria da rede de distribuição, R$ 4,3 milhões a obras de alta tensão, incluindo novas linhas e melhorias em subestações, R$ 3,4 milhões à ampliação de ligações, R$ 2,2 milhões à infraestrutura e sistemas e R$ 1,3 milhão a serviços de manutenção. As intervenções vão ampliar a robustez da rede e contribuirão para reduzir impactos provocados por ocorrências externas, além de garantir maior capacidade para o crescimento futuro da cidade.
No município de Palmas, a Copel investe R$ 14,3 milhões em melhorias na rede elétrica. Os recursos contemplam obras de expansão e modernização da distribuição, que somam R$ 9,5 milhões, além da implantação de novas linhas, com aporte superior a R$ 2,1 milhões, e investimentos em infraestrutura e sistemas.
Reforço do sistema elétrico em diversos municípios
Em Enéas Marques, os recursos alcançam R$ 11,7 milhões. Entre as principais iniciativas está a ampliação da capacidade da subestação que atende o município, obra que recebe mais de R$ 10 milhões e aumentará a disponibilidade e a confiabilidade do fornecimento de energia para a população e para os empreendimentos locais. O pacote também contempla ações voltadas ao fortalecimento e à modernização da rede de distribuição.
Na cidade de Dois Vizinhos, a companhia vem aplicando mais de R$ 10 milhões para obras voltadas ao fortalecimento do sistema elétrico. Cerca de metade desse valor será aplicada na melhoria e expansão da rede de distribuição, enquanto outros R$ 1,2 milhão serão investidos em infraestrutura energética.
Uma das principais cidades do Sudoeste, Pato Branco recebe aproximadamente R$ 8,7 milhões em investimentos para ampliar e modernizar a rede elétrica. As obras visam aumentar a capacidade de atendimento, melhorar os índices de qualidade do fornecimento e reforçar a infraestrutura que atende residências, empresas, indústrias e propriedades rurais.
Obras alcançam dezenas de municípios
A programação de investimentos da Copel contempla ainda diversos municípios da região. Em São João, os aportes somam R$ 8,3 milhões, enquanto São Jorge do Oeste recebe mais de R$ 6,5 milhões para reforço e expansão da rede elétrica.
Os municípios de Honório Serpa e Vitorino contam com investimentos superiores a R$ 6 milhões cada em obras que ampliam a capacidade e a confiabilidade do fornecimento de energia.
Em Barracão, na divisa com Santa Catarina e a Argentina, a Copel investe cerca de R$ 5 milhões para fortalecer o sistema elétrico e ampliar a capacidade de atendimento da cidade.
O plano de modernização também contempla recursos que ultrapassam a casa dos R$ 53 milhões destinados aos municípios de Quedas do Iguaçu (R$ 4,9 milhões), Planalto (R$ 4,6 milhões), Pranchita (R$ 4,5 milhões), Cruzeiro do Iguaçu (R$ 4,5 milhões), Clevelândia (R$ 4,1 milhões), Santo Antônio do Sudoeste (R$ 3,9 milhões), Flor da Serra do Sul (R$ 3,1 milhões), além dos municípios de Boa Esperança do Iguaçu, Realeza, Marmeleiro, Verê, Renascença, Bela Vista da Caroba, Santa Izabel do Oeste, Capanema, Salto do Lontra, Nova Prata do Iguaçu e Mariópolis.
Com estes investimentos, a Copel reforça a infraestrutura elétrica da região, aumentando a capacidade da rede para acompanhar o crescimento econômico do Sudoeste paranaense e garantindo mais qualidade, segurança e continuidade no fornecimento de energia para a população.
Investimentos da companhia em todas as regiões
Neste ano de 2026, são R$ 3 bilhões em investimentos da Copel em todo o Estado, dos quais R$ 2 bilhões em obras de melhoria contínua da rede de distribuição de energia em todo o Paraná, incluindo os R$ 210,1 milhões destinados aos municípios do Sudoeste paranaense.
A região Leste paranaense concentra aportes de 441,1 milhões na rede de distribuição de energia, seguida pelo Noroeste, com R$ 393,2 milhões milhões em investimentos. No Oeste, os recursos alcançam R$ 362,5 milhões, enquanto a região Norte recebe R$ 300 milhões o Centro-Sul conta com R$ 293,1 milhões em obras e melhorias na infraestrutura elétrica.
No ciclo de investimentos 2026-2030, a Copel prevê a aplicação de R$ 17,8 bilhões, dos quais R$ 13,4 bilhões serão destinados a obras de expansão, modernização e reforço do sistema de distribuição de energia.
Ao longo dos próximos cinco anos, a companhia entregará 50 novas subestações em todo o Paraná, além da ampliação de 88 unidades existentes, da modernização de outras 30 subestações e da construção de mais de 1.200 quilômetros de novas linhas de alta tensão. Este programa de investimentos tem como principal objetivo aumentar a robustez da rede elétrica, ampliando a confiabilidade do sistema e a qualidade do fornecimento de energia para os consumidores paranaenses.
Para o diretor-geral da Copel Distribuição, Denis Mollica, este novo ciclo de investimentos está alinhado ao desenvolvimento do Estado. “A Copel segue um planejamento sólido que tem como premissas atender ao crescimento do Paraná, as exigências dos clientes por qualidade, aumentar a eficiência operacional e fazer frente às mudanças climáticas”, destaca Mollica.


