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Copel permanece na carteira do ICO2 B3

As ações preferenciais categoria “B” da Copel (CPLE6) permanecem na 12ª carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3), que reúne empresas detentoras das 100 ações mais negociadas na bolsa. Fazem parte da carteira as empresas que elaboraram seu Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) e que reportaram suas informações à B3 até o dia 30 de dezembro de 2021.

De acordo com o analista ambiental da Copel, Giovani Teixeira, a presença da Companhia no índice é um bom atrativo para o mercado. “A permanência da Copel no índice demonstra, para o mercado, que a Copel está compromissada com o acordo de Paris e que tem um bom potencial”, comenta. Nos últimos anos, a Copel tem realizado diversas medidas para reduzir o impacto ambiental das suas atividades operacionais e a continuidade da Copel no índice é o reconhecimento disso. 

O ICO2 B3 foi criado em 2010 e tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre a mudança do clima no Brasil. O índice demonstra o comprometimento das companhias com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono. Este é o segundo ano em que as empresas detentoras das 100 ações mais negociadas da bolsa foram convidadas para integrar a carteira do índice. Até 2020, só podiam participar as detentoras das 50 ações mais líquidas. A nova carteira reuni 67 ações de 64 companhias.

As 100 empresas participantes entram para o ranking Índice Brasil 100 (IBRx 100 B3), que faz uma análise entre as emissões de gases de efeito estufa e o valor de mercado dos ativos em circulação da empresa. “Para entrar no ranking é preciso ter uma receita boa e emissão baixa de gases nocivos, além de participar do ICO2 B3”, explica Teixeira. 

A Copel já tem se preparado para uma economia cada vez mais sustentável. Anualmente, a Companhia elabora o inventário de gases de efeito estufa, que é submetido à verificação por entidade externa, assim como tem metas para a redução de emissões e é ratificado no Plano de Neutralidade de Carbono da empresa, cujo objetivo é neutralizar emissões de gases de efeito estufa até 2030. 

Nos últimos quatro anos, o montante de emissões de toneladas de CO2 equivalentes (tCO2) foi reduzido em 85%. Além disso, a Copel é signatária do Pacto Global das Nações Unidas desde sua constituição e atua para o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (“ODS”), prioritariamente no ODS 13 – Ação contra a Mudança do Clima, especificamente nos negócios em que atua.

Quer saber mais sobre o tema? Confira o episódio 6 do podcast Energia da Sustentabilidade, com os especialistas Carlo Pereira, da Rede Brasil do Pacto Global; Gustavo Luedemann, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; e Giovani Teixeira, engenheiro químico da Copel.

 

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