{"id":48855,"date":"2025-09-25T19:50:16","date_gmt":"2025-09-25T22:50:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.copel.com\/site\/?p=48855"},"modified":"2025-09-25T20:09:28","modified_gmt":"2025-09-25T23:09:28","slug":"em-brasilia-copel-aponta-geracao-hidrica-como-legado-e-indispensavel-a-garantia-de-potencia-para-a-seguranca-energetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.copel.com\/site\/noticias\/em-brasilia-copel-aponta-geracao-hidrica-como-legado-e-indispensavel-a-garantia-de-potencia-para-a-seguranca-energetica\/","title":{"rendered":"Em Bras\u00edlia, Copel aponta gera\u00e7\u00e3o h\u00eddrica como legado  indispens\u00e1vel \u00e0 garantia de pot\u00eancia para a seguran\u00e7a energ\u00e9tica"},"content":{"rendered":"\n<p>O vice-Presidente de Estrat\u00e9gia, Novos Neg\u00f3cios e Transforma\u00e7\u00e3o Digital da Copel, Diogo Mac Cord, defendeu em Bras\u00edlia, nesta quinta-feira (25\/9), o investimento na gera\u00e7\u00e3o h\u00eddrica como estrat\u00e9gico para a seguran\u00e7a energ\u00e9tica nacional. \u201cO Brasil \u00e9 muito bom em hidr\u00e1ulicas. Esse investimento \u00e9 um legado que deixamos para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es e n\u00e3o uma tecnologia que daqui a pouco pode ir para o lixo\u201d, afirmou Mac Cord em encontro com lideran\u00e7as nacionais do setor energ\u00e9tico, realizado na Casa ParlaMento, na Capital Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>Mac Cord foi um dos painelistas no evento \u201cO papel das hidrel\u00e9tricas na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u201d, organizado pela ag\u00eancia iNFRA. Ao falar no painel \u201cA Vis\u00e3o dos Agentes\u201d, o VP de Estrat\u00e9gia, Novos Neg\u00f3cios e Transforma\u00e7\u00e3o Digital da Copel refor\u00e7ou a experi\u00eancia e voca\u00e7\u00e3o nacional em investimentos em hidrel\u00e9tricas e sinalizou avan\u00e7os da companhia paranaense no campo da energia 100% limpa e renov\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-2-evento-hidreletricas-bsb-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-48856\" srcset=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-2-evento-hidreletricas-bsb-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-2-evento-hidreletricas-bsb-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-2-evento-hidreletricas-bsb-768x512.jpeg 768w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-2-evento-hidreletricas-bsb-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-2-evento-hidreletricas-bsb-2048x1365.jpeg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Mac Cord no evento \u201cO papel das hidrel\u00e9tricas na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u201d. Foto: ag\u00eancia iNFRA.<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cVoltemos ao simples. Por alguma raz\u00e3o, nos \u00faltimos 15 anos, a hidr\u00e1ulica foi deixada de lado e substitu\u00edda por outras fontes. Quando olhamos para o resto do mundo eles est\u00e3o voltando para a hidr\u00e1ulica. Eles n\u00e3o tinham o potencial natural, mas agora avan\u00e7am com velocidade na implanta\u00e7\u00e3o de usinas revers\u00edveis. Os Estados Unidos j\u00e1 contam com 22 GW de pot\u00eancia dispon\u00edvel nesse modelo e a China com 60 GW. As revers\u00edveis n\u00e3o precisam potencial, criam o pr\u00f3prio potencial\u201d, observou.<br><br>Na opini\u00e3o de Mac Cord, o fato de a grande densidade populacional brasileira estar localizada ao longo da faixa litor\u00e2nea, aliada \u00e0 topografia da costa, favorece o investimento em usinas revers\u00edveis. \u201cConseguimos agora fazer um investimento complementar nas hidr\u00e1ulicas que j\u00e1 temos, colocando m\u00e1quinas novas e repotenciando. Tudo isso, com a grande vantagem de que as hidrel\u00e9tricas duram 50 anos, 100 anos\u201d, disse o VP da Copel, apontando para investimentos que a companhia projeta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Competitividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mediador do painel \u201cA Vis\u00e3o dos Agentes Aneel\u201d, o diretor da Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica, Fernando Mosna, questionou o vice-presidente da Copel a respeito de competitividade. \u201cTemos uma aloca\u00e7\u00e3o desigual de custos e riscos, o que acaba fazendo com que haja o comprometimento da competitividade das hidrel\u00e9tricas em rela\u00e7\u00e3o a outras fontes. Como poder\u00edamos fazer uma revis\u00e3o desse modelo, de forma que custos e riscos fosse melhor distribu\u00eddo entre os agentes. Como podemos ampliar a competitividade das hidrel\u00e9tricas?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para Mac Cord, as hidrel\u00e9tricas s\u00e3o a fonte de gera\u00e7\u00e3o que melhor respondem \u00e0 equa\u00e7\u00e3o entre oferta e demanda. \u201cEla responde na hora que a gente precisa despachar, porque \u00e9 renov\u00e1vel, porque conseguimos ter v\u00e1rios atributos que respondem melhor ao sistema. Se o mercado fosse totalmente livre, e se o pre\u00e7o fosse din\u00e2mico, eu garanto que continuar\u00edamos investindo em hidrel\u00e9tricas\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>O VP da Copel considerou ainda que a op\u00e7\u00e3o por efici\u00eancia deve ser levada em conta como estrat\u00e9gia para a efici\u00eancia energ\u00e9tica em vez da defesa por fontes espec\u00edficas. \u201cA gente v\u00ea, \u00e0s vezes, uma briga por fontes. Muitas vezes eu ou\u00e7o, \u2018voc\u00ea n\u00e3o gosta de solar, n\u00e3o gosta de baterias, virou o defensor das hidrel\u00e9tricas agora. A gente chegou neste ponto, porque as pessoas confundem fonte ou tecnologia com desenho de mercado. Por que as baterias cresceram em outros lugares? Foi porque se desenhou um modelo de pre\u00e7o que viabilizou o investimento em baterias. Quando falamos de pre\u00e7o, de risco, de aloca\u00e7\u00e3o. Pre\u00e7o de equil\u00edbrio \u00e9 quando a oferta encontra a demanda. Se conseguimos voltar ao simples, com pre\u00e7o de mercado e sinaliza\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea alinhada tamb\u00e9m ao consumidor, resolveremos 90% dos problemas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUm problema resolvido entre dois entes privados \u00e9 um problema a menos para o governo resolver. Mas quando algu\u00e9m vem a Bras\u00edlia pedir para defender alguma fonte determinada a gente cria um problema enorme\u201d, completou Mac Cord.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-3-evento-hidreletricas-bsb-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-48857\" srcset=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-3-evento-hidreletricas-bsb-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-3-evento-hidreletricas-bsb-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-3-evento-hidreletricas-bsb-768x512.jpeg 768w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-3-evento-hidreletricas-bsb-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/diogo-mac-cord-copel-3-evento-hidreletricas-bsb-2048x1365.jpeg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><strong>Lideran\u00e7as do setor de energia nacional reunidos na Casa ParlaMento, na Capital Federal.<\/strong> <strong>Foto: ag\u00eancia iNFRA<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Converg\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O entendimento da relev\u00e2ncia das usinas hidrel\u00e9tricas para o Brasil foi ponto de converg\u00eancia tamb\u00e9m para representantes de \u00f3rg\u00e3os reguladores e outras lideran\u00e7as no evento. Para o mediador do painel \u201cA Vis\u00e3o dos Agentes\u201d e diretor da Aneel, Fernando Mosna, \u201cn\u00e3o existe nenhum tipo de energia no brasil, renov\u00e1vel ou n\u00e3o renov\u00e1vel, que seja t\u00e3o bonita e magn\u00edfica como a hidrel\u00e9trica. Porque n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 controlar o recurso natural, mas um desafio da engenharia e das interven\u00e7\u00f5es que o homem faz na geografia\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, apontou a gera\u00e7\u00e3o h\u00eddrica como patrim\u00f4nio e grande ativo estrat\u00e9gico brasileiro. \u201cSempre se falou que as hidrel\u00e9tricas s\u00e3o um patrim\u00f4nio da engenharia nacional. As hidrel\u00e9tricas s\u00e3o muito al\u00e9m disso. S\u00e3o um ativo geopol\u00edtico, na lideran\u00e7a da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica global. Isso vai al\u00e9m de uma agenda clim\u00e1tica. \u00c9 uma agenda econ\u00f4mica, tecnol\u00f3gica e seguramente geopol\u00edtica. Todos os grandes conflitos no mundo passaram por dois grandes aspectos: a seguran\u00e7a alimentar e energia. A energia, seguramente, ser\u00e1 um ativo que vai nortear os conflitos e alian\u00e7as globais. E o Brasil est\u00e1 numa posi\u00e7\u00e3o extremamente estrat\u00e9gica\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O diretor do Operador Nacional do Sistema El\u00e9trico (ONS), Cristiano Vieira, destacou a gera\u00e7\u00e3o por usinas hidrel\u00e9tricas como o carro-chefe do setor energ\u00e9tico. \u201cQuando falamos de perspectivas futuras n\u00e3o tem como deixar de reconhecer que, se a ONS diz que precisa de flexibilidade operativa e de armazenamento para deslocar esse excedente de gera\u00e7\u00e3o de um ponto do sistema para outro, para propiciar o atendimento na ponta, a hidroeletricidade tem esses atributos. Os atributos da flexibilidade, do armazenamento e dos usos m\u00faltiplos. Ent\u00e3o ela \u00e9 central para esse atendimento seguro no futuro\u201d, observou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Engajamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na opini\u00e3o da presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas Geradoras de Energia El\u00e9trica (Abrage), Marisete Dadald, \u201cn\u00e3o se trata de discutir sobre a fonte \u2018a\u2019 ou fonte \u2018b\u2019, e sim uma discuss\u00e3o garanta a atra\u00e7\u00e3o de investimentos, desenvolvimento de novas tecnologias e de novos desenhos de mercado que propiciem o desenvolvimento mais justo e competitivo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEnxergamos o pa\u00eds engajado em viabilizar o petr\u00f3leo na margem equatorial. Por que esse engajamento n\u00e3o pode ser direcionado a impulsionar o potencial hidrel\u00e9trico que o Brasil tem? Temos um potencial ainda que pode ser explorado que pode chegar a 30GW\u201d, destacou a presidente da Abrage.<\/p>\n\n\n\n<p>O deputado Diego Andrade, presidente da Comiss\u00e3o de Minas e Energia na C\u00e2mara Federal, destacou que o potencial hidrel\u00e9trico representa energia firme e limpa. \u201cTrata-se de uma riqueza do pa\u00eds \u00e0 qual precisamos ter aten\u00e7\u00e3o especial. Vivemos um momento de mudan\u00e7as, de novas tecnologias, de energias que talvez n\u00e3o sejam firmes. E fica a reflex\u00e3o: qual a melhor proposta para a gente avan\u00e7ar? Acredito que possamos chegar, no Congresso Nacional, com solu\u00e7\u00f5es que apresentem resultados para o setor. Especialmente a preocupa\u00e7\u00e3o que a gente tem com esse exagero de energia que a gente n\u00e3o consegue operar\u201d, observou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O vice-Presidente de Estrat\u00e9gia, Novos Neg\u00f3cios e Transforma\u00e7\u00e3o Digital da Copel, Diogo Mac Cord, defendeu em Bras\u00edlia, nesta quinta-feira (25\/9), o investimento na gera\u00e7\u00e3o h\u00eddrica como estrat\u00e9gico para a seguran\u00e7a energ\u00e9tica nacional. \u201cO Brasil \u00e9 muito bom em hidr\u00e1ulicas. 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