{"id":42905,"date":"2024-11-29T12:31:25","date_gmt":"2024-11-29T15:31:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.copel.com\/site\/?p=42905"},"modified":"2024-11-29T12:34:59","modified_gmt":"2024-11-29T15:34:59","slug":"eletricidadania-impulsiona-capacitacao-de-mulheres-migrantes-e-refugiadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.copel.com\/site\/noticias\/eletricidadania-impulsiona-capacitacao-de-mulheres-migrantes-e-refugiadas\/","title":{"rendered":"EletriCidadania impulsiona capacita\u00e7\u00e3o de mulheres migrantes e refugiadas\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p>Integrantes do programa de voluntariado corporativo EletriCidadania participaram, nos dias 21 e 22 de novembro, de uma a\u00e7\u00e3o para capacitar e fortalecer mulheres migrantes e refugiadas em Curitiba.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por meio do Projeto Prisma, em parceria com a C\u00e1ritas Brasileira Regional Paran\u00e1 e o Instituto IBGPEX, do Grupo Educacional Uninter, as volunt\u00e1rias discutiram aspectos fundamentais da legisla\u00e7\u00e3o brasileira e dos direitos trabalhistas, bem como realizaram oficinas de elabora\u00e7\u00e3o de curr\u00edculo, a fim de integrar as mulheres ao mercado de trabalho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A edi\u00e7\u00e3o do encontro tamb\u00e9m teve uma fala sobre a Lei Maria da Penha e a participa\u00e7\u00e3o de uma representante da Casa da Mulher Brasileira com orienta\u00e7\u00f5es sobre como as migrantes devem agir diante de casos de viol\u00eancia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O encontro aconteceu em um campus da Uninter, localizado no Centro de Curitiba, e contou com a participa\u00e7\u00e3o de 13 mulheres. De acordo com Adriana de Campos Souza, coordenadora do EletriCidadania na Copel, essa turma teve diversas mulheres que chegaram h\u00e1 pouco tempo na cidade. \u201cElas est\u00e3o se ambientando. A\u00e7\u00f5es como essa, de facilitar a adapta\u00e7\u00e3o no novo local, s\u00e3o fundamentais. Elas t\u00eam praticamente os mesmos direitos que n\u00f3s brasileiros e podem compartilhar esse conhecimento com a fam\u00edlia. \u00c9 uma quest\u00e3o essencial para qualquer ser humano, mas para mulheres principalmente, que s\u00e3o um p\u00fablico mais vulner\u00e1vel\u201d, conta Adriana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s as oficinas, as migrantes participaram de entrevistas de emprego com tr\u00eas empresas diferentes que compareceram ao evento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMuitas das mulheres mencionaram que por meio das nossas apresenta\u00e7\u00f5es conseguiram entender melhor uma s\u00e9rie de assuntos importantes para a cidadania, como por exemplo o acesso \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 condi\u00e7\u00e3o digna de trabalho. Tamb\u00e9m senti que foi um espa\u00e7o importante de acolhimento, muitas s\u00e3o rec\u00e9m-chegadas no Brasil, sem fam\u00edlia ou com parte da fam\u00edlia deixada para tr\u00e1s. Foi relevante para conhecerem outras pessoas\u201d, relata Lairyne Cruz de Jesus, estagi\u00e1ria do Departamento de Sustentabilidade da Copel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Depoimentos<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Nancy del Carmen Rincones Gamboa, da Venezuela, foi uma excelente iniciativa. &#8220;Voc\u00eas est\u00e3o fazendo algo muito precioso, pois necessitamos de apoio e ajuda. Voc\u00eas est\u00e3o sendo participantes dessa nova vida que estamos come\u00e7ando em um pa\u00eds diferente. Eu, particularmente, posso dizer que n\u00e3o \u00e9 nada f\u00e1cil, mudar de um pa\u00eds a outro, com outra cultura, outro idioma, e sem a sua fam\u00edlia&#8221;, conta Gamboa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 para Iliana Martinez P\u00e9rez, de Cuba, mesmo morando com a fam\u00edlia em Curitiba, sentiu-se ainda mais acolhida pelo projeto. &#8220;Sou muito grata aos que t\u00eam acolhido os imigrantes, nos dando a conhecer sobre os direitos e deveres que temos neste pa\u00eds. \u00c9 um projeto maravilhoso, estamos contentes por conhecer algo que n\u00e3o conhec\u00edamos, como a Casa da Mulher Brasileira. Parabenizamos esse projeto e agradecemos por poder participar&#8221;, conta P\u00e9rez.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Direitos humanos<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A a\u00e7\u00e3o comp\u00f5e o Projeto Migra\u00e7\u00e3o e Ref\u00fagio da Copel, iniciado em 2020 com a elabora\u00e7\u00e3o de cartilhas sobre acesso aos servi\u00e7os da Copel e aos programas sociais de energia, dispon\u00edveis em 6 idiomas: portugu\u00eas, ingl\u00eas, espanhol, crioulo haitiano, ucraniano e franc\u00eas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Paran\u00e1 foi dos estados que mais recebeu migrantes nos \u00faltimos anos, e todos esses p\u00fablicos s\u00e3o consumidores da Copel, ent\u00e3o passamos a olhar para essas pessoas levando em considera\u00e7\u00e3o as dificuldades lingu\u00edsticas e as situa\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade\u201d, comenta a soci\u00f3loga da Copel, Gabriella Ane Dresch.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de 2022, o projeto passou a envolver a\u00e7\u00f5es volunt\u00e1rias, como as edi\u00e7\u00f5es do programa \u201cEmpoderando Refugiadas\u201d, realizadas pela ACNUR (ag\u00eancia da ONU para migrantes e refugiados no Brasil), em parceria com a ONU Mulheres, o Pacto Global da ONU no Brasil, a C\u00e1ritas Brasileira Regional Paran\u00e1, a C\u00e1ritas Arquidiocesana de Curitiba, a Fiep e o Sesc.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para Karlla Martini, advogada na Copel, \u201c\u00e9 uma imensa alegria participar como volunt\u00e1ria novamente. Tive o privil\u00e9gio de compartilhar meu tempo com essas mulheres migrantes maravilhosas, com algumas impress\u00f5es sobre a Lei Maria da Penha e a viol\u00eancia em suas mais duras formas. A cada edi\u00e7\u00e3o vemos que grandes li\u00e7\u00f5es nos s\u00e3o dadas por essas mulheres gigantes, honradas e muito corajosas\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Participaram a a\u00e7\u00e3o as volunt\u00e1rias: Claudina Dias Silvestre (advogada convidada, especialista em viol\u00eancia dom\u00e9stica e feminic\u00eddio), Bruna Gabrielle Lopes (convidada da Casa da Mulher Brasileira), Graziele Borges de Rezende (apoio), Priscila Franco Bortoletto (apoio), Talita Costa Rebello Barbosa (fotos), Karlla Martini (Direitos e deveres no Brasil), Thalita Ferreira Drago (Direitos e deveres no Brasil), Renata Caroline Talevi da Costa (Direitos e deveres no Brasil), Denise Scoparo Penitente (copeliana aposentada, Direitos trabalhistas), Dagmar Spring (oficina de curr\u00edculos), Daniela Tiemi Sakamoto (confec\u00e7\u00e3o de curr\u00edculos), Ana Paula Bispo (confec\u00e7\u00e3o de curr\u00edculos), Maria de F\u00e1tima Tabajara (copeliana aposentada, confec\u00e7\u00e3o de curr\u00edculos), Renata Maraccini Franco (Revis\u00e3o e impress\u00e3o de curr\u00edculos), Adriana de Campos Souza (Integra\u00e7\u00e3o local), Gabriella Ane Dresch (Integra\u00e7\u00e3o local), Jocelei Ribeiro de Campos (apoio) e Aline Andressa Marcante (apoio). &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"684\" height=\"1024\" data-id=\"42904\" src=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-67-684x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42904\" srcset=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-67-684x1024.jpg 684w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-67-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-67-768x1150.jpg 768w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-67-1025x1536.jpg 1025w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-67-1367x2048.jpg 1367w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-67-scaled.jpg 1709w\" sizes=\"(max-width: 684px) 100vw, 684px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Talita Rebello\/Copel<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" data-id=\"42903\" src=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-55-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42903\" srcset=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-55-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-55-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-55-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-55-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-55-1365x2048.jpg 1365w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/EDT-PP-55-scaled.jpg 1706w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Talita Rebello\/Copel<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" data-id=\"42901\" src=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG_5316-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-42901\" srcset=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG_5316-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG_5316-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG_5316-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG_5316-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/IMG_5316-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Migrantes e refugiadas Projeto Prisma. 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