{"id":30906,"date":"2023-05-11T11:49:18","date_gmt":"2023-05-11T14:49:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.copel.com\/site\/?p=30906"},"modified":"2023-05-11T11:49:19","modified_gmt":"2023-05-11T14:49:19","slug":"copel-repovoa-rio-iguacu-com-especie-de-peixe-ameacada-de-extincao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.copel.com\/site\/noticias\/copel-repovoa-rio-iguacu-com-especie-de-peixe-ameacada-de-extincao\/","title":{"rendered":"Copel repovoa rio Igua\u00e7u com esp\u00e9cie de peixe amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>A Copel concluiu mais uma etapa de reprodu\u00e7\u00e3o em cativeiro do surubim-do-Igua\u00e7u \u2013 esp\u00e9cie de peixe amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o. Com o desenvolvimento de uma t\u00e9cnica pioneira, a empresa j\u00e1 conseguiu levar ao Igua\u00e7u mais de 140 mil alevinos de surubim. Somente no ciclo que teve in\u00edcio em 2022 e foi encerrado em abril deste ano, foram soltos cerca de 14,5 mil exemplares em reservat\u00f3rios de usinas hidrel\u00e9tricas instaladas no maior rio paranaense.<\/p>\n\n\n\n<p>Os estudos e a cria\u00e7\u00e3o de peixes acontecem na Esta\u00e7\u00e3o Experimental de Estudos Ictiol\u00f3gicos, mantida pela Copel no munic\u00edpio de Reserva do Igua\u00e7u (PR) &#8211; regi\u00e3o da Usina Hidrel\u00e9trica Governador Ney Braga (antiga Usina Segredo).<\/p>\n\n\n\n<p>A Esta\u00e7\u00e3o foi constru\u00edda logo ap\u00f3s a entrada em opera\u00e7\u00e3o da Usina, em 1992. Desde o in\u00edcio, a empresa investiu nos estudos para reprodu\u00e7\u00e3o do surubim-do-Igua\u00e7u, que \u00e9 encontrado somente nas regi\u00f5es do m\u00e9dio e baixo Igua\u00e7u &#8211; no sul e sudoeste do Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DESCOBERTA &#8211;<\/strong> Os relatos cient\u00edficos iniciais a respeito dos peixes nativos do rio Igua\u00e7u datam de 1983 e integram os estudos ambientais para a instala\u00e7\u00e3o da Usina Hidrel\u00e9trica Segredo. A ocorr\u00eancia de uma nova esp\u00e9cie do g\u00eanero Steindachneridion, end\u00eamica \u00e0 bacia do rio Igua\u00e7u, foi registrada pela primeira vez em 1991, indicando que ela ocorria somente \u00e0 jusante (rio abaixo) do Salto Segredo, fato confirmado por pesquisadores em 1994. \u00c0 \u00e9poca, eles j\u00e1 apontavam a necessidade de considerar a esp\u00e9cie como alvo de a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o. Em 2005, a esp\u00e9cie recebeu a denomina\u00e7\u00e3o Steindachneridion melanodermatum \u2013 popularmente conhecida como surubim-do-Igua\u00e7u ou monjolo &#8211; maior peixe nativo da bacia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda na d\u00e9cada de 90, preocupada com as quest\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, a Copel come\u00e7ou a trabalhar com essa esp\u00e9cie de surubim que, al\u00e9m de rara, era dif\u00edcil de capturar. Para os estudos iniciais, foram realizadas expedi\u00e7\u00f5es ao baixo Igua\u00e7u em busca de exemplares que passariam a compor o plantel de reprodutores da Esta\u00e7\u00e3o rec\u00e9m-constru\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PIONEIRISMO &#8211;<\/strong> Os especialistas da Copel iniciaram, ent\u00e3o, pesquisas e testes at\u00e9 chegar \u00e0 metodologia mais adequada e eficaz para a reprodu\u00e7\u00e3o em cativeiro. O primeiro passo foi manter os primeiros moradores em grandes tanques de aclimata\u00e7\u00e3o na Esta\u00e7\u00e3o. Eles tiveram h\u00e1bitos e ciclos biol\u00f3gicos estudados pelo per\u00edodo necess\u00e1rio para descobrir fatores como o tempo m\u00e9dio de vida, o tipo de alimenta\u00e7\u00e3o, o per\u00edodo e as caracter\u00edsticas da reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Com conhecimento detalhado do ciclo biol\u00f3gico, a empresa iniciou as experimenta\u00e7\u00f5es para induzir a reprodu\u00e7\u00e3o e desova em cativeiro. At\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9dita, a reprodu\u00e7\u00e3o artificial do surubim-do-Igua\u00e7u por meio da indu\u00e7\u00e3o hormonal em laborat\u00f3rio foi um sucesso e, em 1997, a Copel iniciou a soltura de surubins no rio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CICLOS &#8211;<\/strong> O processo reprodutivo anual na Esta\u00e7\u00e3o da Copel come\u00e7a no m\u00eas de novembro e coincide com o per\u00edodo de defeso (novembro a fevereiro), em que a pesca \u00e9 proibida. \u201cO primeiro passo \u00e9 a sele\u00e7\u00e3o das matrizes (machos e f\u00eameas adultos capazes de produzir espermatozoides e \u00f3vulos) que recebem a aplica\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nio por dois dias\u201d, explica o t\u00e9cnico em piscicultura, Dieter Penner.<\/p>\n\n\n\n<p>No segundo dia, a equipe faz um cuidadoso trabalho de coleta dos gametas produzidos pelas matrizes para realizar a fertiliza\u00e7\u00e3o in vitro. \u201cOs ovos fecundados s\u00e3o colocados em incubadoras e, tr\u00eas dias depois, nascem as larvas que s\u00e3o levadas para o tanque externo. Em m\u00e9dia, em 25 dias, os alevinos atingem o tamanho m\u00ednimo para iniciarmos a soltura\u201d, completa o t\u00e9cnico da Copel.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse trabalho envolve tamb\u00e9m m\u00e9todos para aumentar a variedade gen\u00e9tica dos alevinos de surubim-do-Igua\u00e7u. Todo o plantel de reprodutores recebe chips de identifica\u00e7\u00e3o. Isso permite controlar o uso de indiv\u00edduos distintos para os cruzamentos, cuidado importante na piscicultura com fins de conserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Penner, a produ\u00e7\u00e3o anual de alevinos varia, em especial por conta das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e fatores ecol\u00f3gicos, como a quest\u00e3o do canibalismo oportunista: \u201cem algumas circunst\u00e2ncias, os alevinos maiores de surubim chegam a comer os alevinos menores, o que pode afetar os resultados do trabalho\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PEQUENO ALIADO &#8211;<\/strong> Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o do surubim, os t\u00e9cnicos da Esta\u00e7\u00e3o criam outras esp\u00e9cies t\u00edpicas da regi\u00e3o, como o lambari da esp\u00e9cie Astyanax bifasciatus, que \u00e9 um peixe pequeno e mais generalista, mas com distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica aparentemente restrita \u00e0 bacia do Igua\u00e7u, segundo pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse lambari \u00e9 usado, inclusive, como instrumento de prote\u00e7\u00e3o para as larvas e alevinos de surubim-do-Igua\u00e7u nos tanques de cria\u00e7\u00e3o. Primeiro, porque servem como alternativa de alimento aos alevinos de surubim, evitando que larvas maiores comam as larvas menores da mesma esp\u00e9cie. Al\u00e9m disso, o lambari previne a infesta\u00e7\u00e3o de ninfas (forma jovem de lib\u00e9lulas) nos tanques. Poucos sabem, mas as ninfas s\u00e3o predadoras aqu\u00e1ticas vorazes, que podem comer alevinos de surubim e causar, assim, queda na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ESPECIALISTAS EM CONSERVA\u00c7\u00c3O &#8211;<\/strong> Por conta de todas as vari\u00e1veis a serem observadas para o sucesso do trabalho na Esta\u00e7\u00e3o Experimental de Estudos Ictiol\u00f3gicos da Copel, a rotina da equipe \u00e9 bastante intensa com as atividades de reprodu\u00e7\u00e3o e soltura dos peixes, especialmente nos meses mais quentes do ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Os t\u00e9cnicos da Esta\u00e7\u00e3o Experimental de Estudos Ictiol\u00f3gicos da Copel, Dieter Penner, Cezar Dalbosco e Claiton Bastian atuam tamb\u00e9m no apoio a projetos de pesquisa de universidades, realizam fiscaliza\u00e7\u00f5es de atividades de monitoramento de peixes e qualidade da \u00e1gua, atuam em situa\u00e7\u00f5es que demandam resgate de peixes em \u00e1reas confinadas e ficam de prontid\u00e3o para atendimento a situa\u00e7\u00f5es emergenciais nas usinas da Companhia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"2560\" height=\"1920\" data-id=\"30905\" src=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/1-Implante-de-chip-em-matriz-scaled.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-30905\" srcset=\"https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/1-Implante-de-chip-em-matriz-scaled.jpg 2560w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/1-Implante-de-chip-em-matriz-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/1-Implante-de-chip-em-matriz-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.copel.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/1-Implante-de-chip-em-matriz-768x576.jpg 768w, 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