4.6 Auditorias


4.6.1 Auditoria Interna

Desde 2005, a auditoria interna da Copel está subordinada funcionalmente ao Comitê de Auditoria da, tendo suas atividades orientadas segundo as normas estabelecidas pelo Institute of Internal Auditors - IIA e pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil - Audibra, segundo as quais a auditoria interna auxilia a organização a alcançar seus objetivos através da aplicação de uma abordagem sistemática e disciplinada para avaliação e melhoria da eficácia dos processos de gerenciamento de riscos, de controle e de governança corporativa.

Quanto ao gerenciamento de riscos e controle, a auditoria interna auxilia a organização na identificação e avaliação de exposições significativas a riscos e da contribuição para a melhoria contínua e manutenção desses sistemas.

Relativamente à governança corporativa, essas normas estabelecem que auditoria interna deve avaliar e fazer recomendações apropriadas para a melhoria do processo, contribuindo para promover a ética e valores apropriados dentro da organização, assegurar a gestão eficaz do desempenho e a responsabilidade por prestação de contas, comunicar de forma eficaz as informações relacionadas a risco e controle e auxiliar o estabelecimento de comunicação de informações entre o conselho, os auditores externos e internos e administração.

Para atender a essas normas, bem como aos objetivos definidos no mapa estratégico da Copel, como “ter padrões internacionais de governança, transparência e sustentabilidade” e “aumentar o interesse dos investidores pelas ações da Copel (aumentar rentabilidade e diminuir o risco dos acionistas)”, destacam-se as seguintes atividades desenvolvidas pela Auditoria Interna em 2006:


  • Propôs a criação e participou do processo de desenvolvimento da Política de Controle e Gestão de Riscos da Companhia.

  • Engajou-se no processo de adequação dos controles internos da Copel, subsidiárias e controladas aos requisitos da Lei Sarbanes-Oxley, coordenando o processo de atualização de documentação e testes dos controles.

  • Executou trabalhos de auditoria para apuração das comunicações confidenciais dirigidas ao Comitê de Auditoria.

  • Participou da contratação e gestão do contrato com a nova empresa de auditoria independente.

  • Obteve aprovação pela Diretoria, Comitê de Auditoria e Conselho de Administração do seu regulamento interno, baseado nas normas internacionais de auditoria interna.

  • Deu continuidade ao programa de certificação dos seus auditores, dois dos quais obtiveram aprovação para as certificações Certified Internal Auditor – CIA e Control Self Assesment – CCSA e outros dois para a certificação CCSA, concedidas pelo The Institute of Internal Auditors – IIA.



    4.6.2 Auditoria

    Nos termos estabelecidos pela Instrução CVM nº 381, de 14.01.2003, a Companhia e suas subsidiárias integrais contrataram a Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes para prestação de serviços de auditoria das demonstrações financeiras. Desde sua contratação, aquela Empresa prestou serviços somente relacionados à auditoria independente. No relacionamento com os auditores independentes, a Companhia tem como ponto fundamental a não-contratação de outros serviços de consultoria que venham interferir na independência dos trabalhos de auditoria externa.

    Para atendimento aos requisitos da Lei Sarbanes-Oxley, a partir de 2005 os principais controles dos ciclos que podem causar falhas ou erros nas demonstrações financeiras, acima do nível de materialidade, são testados pelas auditorias interna e externa. Como medida de governança, os procedimentos da auditoria interna para realização desses testes são avaliados pela auditoria externa.

     
    voltar
     
    topo
  •