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1.3 Parâmetros do Relatório
Em 2006, a Copel prosseguiu com seus esforços de adequação às Diretrizes GRI, buscando a migração para as Diretrizes G3, oficialmente lançadas em outubro do mesmo ano. Além disso, reforça-se neste relatório a busca de correlação daquelas diretrizes com os requisitos da Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel, da Norma Brasileira de Contabilidade - NBC T 15, do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas - Ibase e das Diretrizes para a elaboração de Communications on Progress - CoPs do Pacto Global das Nações Unidas. Este esforço representa a alteração mais significativa com relação ao relatório anterior. Notadamente quanto a este último aspecto, a Copel apoiou o projeto e foi a empresa teste do recém elaborado guia “Fazendo a Conexão – usando as Diretrizes GRI/G3 de relatório para a Comunicação de Progresso do Pacto Global da ONU”.
O presente relatório, publicado anualmente, cobre informações referentes ao exercício fiscal de 2006, comparando-as com as do relatório anual anterior. Os indicadores G3 passaram por testes de materialidade efetuados por grupos de relacionamento específicos com cada parte interessada relevante para o atual ciclo de implantação da Norma AA1000, as quais a Companhia espera, em especial, que venham a utilizar o presente relatório, a saber: público interno, clientes, fornecedores, poderes públicos, acionistas, sociedade e organizações ligadas ao meio ambiente. Os indicadores GRI/G3 essenciais e adicionais considerados não-materiais aos negócios e partes interessadas da Companhia constam na matriz de localização e correlação como tal. Os indicadores materiais cujas informações não estavam disponíveis em virtude da não-realização de sua coleta de forma sistemática até então, foram tratados como meta para inclusão em relatórios futuros. Com exceção das demonstrações e desempenho econômico-financeiro, que seguem a legislação brasileira, todos os demais indicadores ambientais e sociais seguiram os parâmetros e bases de cálculo preconizados pelos protocolos GRI/G3. Assim, declaramos que o presente relatório se encontra no nível de aplicação A das Diretrizes GRI/G3, com base na auto-avaliação e na checagem feita diretamente pela GRI, como segue:
Em termos de abrangência, são apresentados neste documento os indicadores GRI/G3 econômico-financeiros, ambientais e sociais da Copel e de suas Subsidiárias Integrais (Geração, Transmissão, Distribuição, Telecomunicações e Participações), conforme demonstrado na matriz de localização dos indicadores, constante no item 9 deste relatório. Já as demonstrações financeiras, incluindo o balanço social, consolidam também o desempenho da Compagas, da Elejor e da UEGA, companhias nas quais a Copel tem participação majoritária. Seguindo orientação do poder concedente, alguns valores referentes a 2005 foram reclassificados conforme nota explicativa 2, que se encontra no corpo deste relatório.
Em termos das Descrições sobre as Formas de Gestão de cada grupo de indicadores preconizadas nas diretrizes GRI/G3, elas se encontram assim distribuídas:
Descrição sobre Forma de Gestão do Desempenho Econômico - itens 1.1 e 1.2 deste relatório
Descrição sobre Forma de Gestão do Desempenho Ambiental – item 4.7.1 e capítulo específico (7), discriminada por indicador
Descrição sobre Forma de Gestão do Desempenho Social - capítulos específicos
(4) e (8):
- Práticas Trabalhistas e Trabalho Decente – item 4.7.4 e capítulo específico (8), discriminada por indicador
- Direitos Humanos - itens 4.1.6 a 4.1.8 e capítulo específico (8), discriminada por indicador
- Sociedade - itens 4.1.1 a 4.1.9, 4.7.1, 4.9 e capítulo específico (8), discriminada por indicador
- Responsabilidade pelo Produto – itens 4.7.5, 4.7.6 capítulo específico (8), discriminada por indicador
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A Copel possui políticas, normas, manuais, especificações técnicas padronizadas, publicadas e disponíveis às respectivas partes interessadas, e auditáveis, seja por auditores internos ou externos. A Companhia se habilitará para que os dados ambientais e sociais sejam inseridos nas próximas auditagens. Em 2008, ao ser concluída a implantação do sistema de sustentabilidade baseado na Norma AA1000, as auditorias externas contemplarão a auditagem do sistema de forma integrada.
Os meios pelos quais as partes interessadas podem obter informações adicionais sobre os aspectos econômicos, ambientais e sociais da Copel, bem como comentar ou sugerir melhorias para a próxima edição do relatório estão relacionados no item 10.1.
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