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Sociedade
de economia mista por ações, de capital
aberto, a COPEL atua nos segmentos de geração,
transmissão, distribuição de
energia elétrica e telecomunicações,
com concessão do Governo Federal. A potência
instalada de 4.550 MW responde pela produção
de 5,47% de toda a eletricidade consumida no Brasil.
A Empresa possui um sistema com mais de 6,9 mil km
de linhas de transmissão, 165 mil km de linhas
de distribuição e 360 subestações.
O
ano de 2003 foi marcado pelo processo de reestruturação
organizacional, com vistas à unificação
da COPEL, que passou a gerir todas as suas empresas
(Geração, Transmissão, Distribuição,
Telecomunicações e Participações)
a partir de uma holding. Esse modelo permite o alinhamento
da gestão, sobretudo, das áreas administrativa
e financeira, mas preserva as cinco vertentes de negócios
sob a operação de empresas subsidiárias.
O processo promoveu a retomada dos valores da Corporação,
com ênfase na transparência administrativa
e na busca do envolvimento e participação
de todos os empregados nas principais decisões
da Empresa.
Com
o objetivo de obter maior eficiência, redução
de custos e reversão do prejuízo do
exercício anterior, a administração
da COPEL está renegociando contratos e efetuando
estudos, levantamentos, análises e auditorias,
visando a melhor solução das condições
vigentes.

GOVERNANÇA CORPORATIVA
Em
2003, a COPEL iniciou um processo de melhoria nas
práticas de Governança Corporativa,
visando o crescimento e a geração de
valor para os acionistas.
A
administração vem reforçando
as práticas de Governança Corporativa
com uma série de medidas. Já foram implantadas
a Política de Divulgação de Informações
Relevantes e a Política de Negociação
de Ações de Emissão Própria,
atendendo à Instrução CVM 358/02.
A
COPEL está promovendo um maior envolvimento
dos Conselhos Fiscal e de Administração
no processo decisório. Em fevereiro de 2004,
o Estatuto Social da Companhia foi alterado com vistas
a adequar e refletir uma melhor Governança:
reduziu-se o número de diretorias de oito para
seis, enquanto a estrutura do Conselho de Administração
(CAD) ganhou poder. Está no plano estratégico
da COPEL integrar o Nível 1 de Governança
Corporativa da Bovespa – Bolsa de Valores de
São Paulo.
Como
complementação à instituição
do seu Código de Conduta Ética, a COPEL
está tomando todas as medidas necessárias
para sua adaptação às novas regulamentações
da Securities and Exchange Commission – SEC
(Lei Sarbanes-Oxley). Dentre essas ações,
destacam-se a criação de um Comitê
Permanente de Divulgação de Atos e Fatos
Relevantes, os estudos para adaptação
do Conselho Fiscal e o mapeamento dos controles internos.
Para
acompanhar o cumprimento desse Código de Conduta
Ética foi nomeado um Conselho de Avaliação
de Conduta, cuja atuação teve início
em abril de 2004. Composto por 9 membros, para garantir
uma maior transparência dentro dos melhores
princípios de Governança Corporativa,
o referido Conselho é coordenado por um representante
da Sociedade Civil.
Todas
essas medidas têm como objetivo principal tornar
mais transparentes as decisões da Administração
e direcionar estrategicamente os negócios da
Companhia para o futuro.
O PROCESSO DE UNIFICAÇÃO DA
COPEL
O
processo de unificação da Companhia
teve por premissa básica criar novamente uma
empresa única, revertendo dessa forma, a divisão
feita em 2001 pela administração anterior,
quando foram criadas cinco subsidiárias integrais
(Geração, Transmissão, Distribuição,
Telecomunicações e Participações).
O
trabalho de reestruturação organizacional,
com vistas à unificação da Companhia,
teve o mérito de ser todo ele desenvolvido
internamente, com a participação e o
envolvimento significativo dos empregados da Empresa.
Isso garantiu que o discurso da nova administração
seria transformado em ações, e que o
diferencial entre a COPEL e as demais companhias são
seus empregados. Ou seja, o espírito copeliano
faz a diferença!
Para
a condução das atividades de reestruturação,
constituíram-se vários grupos de trabalho,
com a atribuição de analisar cada uma
das funções existentes na Companhia,
tanto as relativas ao seu negócio (Geração,
Transmissão e Distribuição de
energia) e ao mercado (Participações),
quanto ao envolvimento (Telecomunicações).
Também foram contempladas aquelas que dão
suporte à existência da COPEL: Administração,
Finanças, Contabilidade, Jurídica, Auditoria,
Ouvidoria, Meio Ambiente, Secretaria, Comunicação,
Marketing, Relações Públicas
e Planejamento Empresarial.
A
coordenação geral do processo esteve
a cargo da Presidência da Companhia, que contou
com o envolvimento e a participação
de todos os seus Diretores, o que demonstrou estar
toda a alta direção da Empresa imbuída
de um único objetivo: unificar a COPEL.
A
condução dos trabalhos ficou sob a responsabilidade
do Diretor de Administração da Empresa,
que coordenou pessoalmente as atividades do grupo
técnico, formado por profissionais especializados
em processos de reestruturação organizacional.
Estima-se
que aproximadamente 300 empregados foram diretamente
envolvidos nos trabalhos dos grupos da reestruturação,
e que mais de 3000 se inteiraram diretamente das mudanças
propostas, pois responsabilidade, trabalho participativo
e transparência de ações foram
– e são – características
marcantes da nova gestão na COPEL. Prova disso
é que cada etapa do processo reestruturacional
foi amplamente divulgada em toda a Empresa, por meio
de encontros e palestras promovidos pelo Coordenador
do Grupo Gestor. Também comunicados internos,
informativos e demais veículos de comunicação
da Companhia foram usados para esse fim.
Atualmente
a Companhia já atua de forma unificada, com
as atividades das áreas-meio sendo realizadas
centralizadamente, e aquelas que necessitem descentralização,
já estão padronizadas. Documentos normativos
balizadores das ações dos empregados
estão sendo atualizados à nova forma
de atuação da Empresa; competências
estão sendo adequadas de forma a tornar o processo
decisório mais ágil e adequado às
necessidades atuais.
AUDITORIA INTERNA
A
Auditoria Interna da COPEL tem o papel relevante no
sistema de Governança Corporativa e é
responsável por colaborar no aprimoramento
das rotinas, controles, processos, sistemas e tudo
que, por conseqüencia, possa auxiliar a administração
da Companhia a tomar melhores as áreas que
operacionalizam seus negócios.
As
atividades de auditoria desenvolvidas em 2003 estiveram
concentradas no atendimento de solicitações
da nova gestão da COPEL. Os trabalhos programados
para o exercício foram executados, principalmente,
pela equipe de Ernst & Young Auditores Independentes,
através de contrato de prestação
de serviços de auditoria interna terceirizada.
Esse contrato foi encerrado em novembro do ano passado.
O
processo de reestruturação organizacional
para reunificação da Companhia levou
sua direção a aprovar a recomposição
do quadro próprio de auditores. Essa recomposição
foi iniciada ainda em 2003, sendo descartada a terceirização
desta função depois de extinto o contrato
de prestação de serviços terceirizados
de auditoria que estava em vigência desde o
ano 2000.
Entre
as tribuições da Auditoria interna estão
o desenvolvimento do plano geral de auditoria (abrangendo
a
Corporação COPEL, suas unidades de negócio
e suas participações), o estabelecimento
de políticas e
diretrizes e também a execução
de exames especiais de auditoria, sempre que requisitados
por Diretor ou
pela Diretoria da Empresa.Entre as tribuições
da Auditoria interna estão o desenvolvimento
do plano geral de auditoria (abrangendo a Corporação
COPEL, suas unidades de negócio e suas participações),
o estabelecimento de políticas e diretrizes
e também a execução de exames
especiais de auditoria, sempre que requisitados por
Diretor ou pela Diretoria da Empresa.
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA
No
exercício de 2003 não existiram alterações
na estrutura do Capital Social da Companhia, permanecendo
assim em R$ 2,9 bilhões, representados por
273.655 milhões de ações, sem
valor nominal, sendo 145.031 milhões de ações
ordinárias (53,00%), 405 milhões de
ações preferenciais classe “A”
(0,15%) e 128.217 milhões de ações
preferenciais classe “B” (46,85%).

ÁREAS DE ATUAÇÃO DA COPEL
GERAÇÃO
A
Geração da COPEL conta com 18 usinas
em seu parque gerador, sendo 17 hidrelétricas
e uma termelétrica, totalizando 4.550 MW de
potência instalada efetiva. Alguns pontos merecem
destaque neste segmento:
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
DE USINAS
Em
2003, mais de 99% da capacidade de produção
instalada na COPEL passaram a ser controlados a
partir do Centro de Operação da Geração.
Também foram realizados trabalhos de manutenção
na subestação elevadora da Usina Hidrelétrica
Governador Bento Munhoz da Rocha Neto, conferindo
maior confiabilidade a uma unidade que é
vital para a operação do sistema de
transmissão que atende a região Sul.
EXPANSÃO DA GERAÇÃO DE
ENERGIA
Com
o objetivo de identificar oportunidades de implantação
de usinas hidrelétricas de médio porte
no Paraná, foram desenvolvidos estudos de
viabilidade de potenciais remanescentes nas principais
bacias hidrográficas do Estado.
Para
atender o seu próprio mercado, a COPEL desenvolveu
estudos de novas Pequenas Centrais Hidrelétricas
(PCHs), bem como de ampliação da capacidade
de antigas usinas da Companhia, como Apucaraninha
e Cavernoso. Esses projetos têm baixo nível
de investimento e indicação de grande
atratividade.
A
segunda fase do Projeto Ventar, que envolve a instalação
e operação de estações
de medição de vento com o respectivo
processamento e interpretação de dados,
foi implantada em 2003 para avaliar o potencial
de produção de energia eólica
no Paraná. Essas atividades visam detalhar
o potencial eólico-gerador e as respectivas
áreas indicadas para instalação
de usinas eólicas no Estado.
GESTÃO TÉCNICA DE EMPREENDIMENTOS
No
início de 2003, foram iniciados no rio Jordão
os serviços de gestão técnica
do Complexo Energético Fundão –
Santa Clara, composto pela Usina Santa Clara e pela
Usina Fundão, o qual terá potência
total instalada de 240 MW.
REFORÇOS
O
Sistema de Transmissão da COPEL passou por
uma série de reforços que garantem
a manutenção do elevado padrão
de atendimento da Empresa, com destaque para: implantação
da Subestação Cidade Industrial de
Curitiba 230 kV, incrementando a qualidade das condições
de atendimento das cargas industriais dessa importante
região do Estado; conclusão das obras
das seguintes linhas de transmissão
(LTs): LT Bateias — Jaguariaíva,
com 137 km e LT Cascavel — Ibema, com 44,3
km.
OPERAÇÃO E TRANSMISSÃO
- DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO
Para
aumentar a eficiência dos processos associados
à transmissão de energia, foi implantada
uma série de melhoramentos, oriundos da evolução
tecnológica: automação de mais
sete subestações, completando o índice
de 100% de ampliação de recursos nas
subestações do Sistema de Transmissão,
resultando no aumento de confiabilidade da operação;
criação de sistemas de gerenciamento
da manutenção e de monitoramento on-line
de equipamentos que contribuem para o incremento
do desempenho do Sistema de Transmissão;
instalação do videowall na sala de
controle do Centro de Operação do
Sistema (COS). Trata-se de uma ferramenta flexível
e rápida para monitoramento e diagnóstico
da situação do Sistema da COPEL. Em
função do grau de evolução
tecnológica da COPEL, o Operador Nacional
do Sistema (ONS) contratou a Companhia para executar
a ampliação funcional das unidades
remotas das subestações Cascavel Oeste,
Governador Parigot de Souza (GPS), Guaíra,
Londrina, Maringá e Ponta Grossa Norte.
DISTRIBUIÇÃO
Em
2003, foram incorporadas ao sistema COPEL 84.111 novas
ligações, sendo 67.094 da classe residencial,
2.679 da industrial e 5.377 da comercial. Em dezembro,
foram emitidas 3.095.498 faturas a consumidores, com
crescimento de 2,8% em relação aos 3.011.387
consumidores de dezembro de 2002.
O
negócio de distribuição é
composto por 165.167 km de redes de distribuição,
1.258.902 estruturas, 314.738 transformadores, 6.629
MVA de potência instalada em transformadores,
225 subestações, 1.420 MVA de potência
instalada em subestações, 1.112 localidades
atendidas e 143 subestações automatizadas.
A
Empresa atende 392 municípios no Paraná
e mais o município de Porto União, no
Estado de Santa Catarina.
QUALIDADE DO FORNECIMENTO
 Os
dois principais indicadores da qualidade de fornecimento
são: Duração Equivalente de Interrupções
por Consumidor (DEC), e Freqüência Equivalente
de Interrupções por Consumidor (FEC).
Em 2003, foram alcançados os seguintes índices:
DEC, 18h53min (contra 16h20min, em 2002); FEC, 16,54
interrupções (contra 15,70 do ano de
2002).

TELECOMUNICAÇÕES
Os
serviços de telecomunicações
oferecidos a clientes externos atendem a todas as
operadoras de telecomunicações que atuam
no Estado, provedores de Internet e corporações
dos setores público e privado, posicionando
o Paraná na vanguarda da universalização
das telecomunicações. Em 2003, esses
serviços geraram um faturamento aproximado
de R$ 32 milhões, tornando a atividade rentável
e auto-sustentável. Com isso, a COPEL contribuiu
para a redução de preços e a
melhoria da qualidade de serviços de telecomunicações
no Paraná, fatores essenciais para atração
de investimentos e geração de novos
empregos.
No
que se refere à infra-estrutura, foram acrescentados
200 km de cabos ópticos à rede de transmissão
da Companhia, agregando 14 novas cidades às
60 já atendidas pela COPEL, além de
600 km de cabos ópticos na rede de acesso urbano.
A
Companhia foi reconhecida nacionalmente, pela revista
Anuário Telecom, como Empresa de Destaque no
segmento de Serviços de Comunicação
de Dados.
Até
dezembro de 2003, a Companhia possuía um total
de 3.300 km de cabos ópticos, sendo 2.700 km
de cabos pára-raios com fibras ópticas
para linhas aéreas de transmissão (OPGW)
e 630 km em cabos ópticos auto-sustentados
(ADSS). A rede de acesso urbana, constituída
por cabos ópticos auto-sustentados em redes
de distribuição, era de 1.700 km.
Alinhada
com as políticas governamentais, a Empresa
contribui para a inclusão digital dos paranaenses
por meio de uma rede de alta velocidade. Essa rede
interligou as universidades estaduais e viabilizou
a implantação do projeto-piloto do programa
Paraná Digital no Instituto de Educação
do Paraná, devendo estender-se a todas as escolas
estaduais. No ano, a COPEL investiu R$ 48 milhões
para expandir essa rede, a fim de atender a primeira
etapa do programa.
ANEL ÓPTICO DA COPEL
PARTICIPAÇÕES
A
COPEL participa em empresas e consórcios em
diversos setores, tais como energia elétrica,
saneamento, serviços, gás e telecomunicações.
Atualmente a Companhia está reavaliando a sua
carteira de ativos em participações.
O objetivo é focar os investimentos em empreendimentos
alinhados com os seus core-business e referencial
estratégico.
EMPREENDIMENTOS EM OPERAÇÃO
SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA
 A
COPEL tem participação em quatro empresas
de geração de energia elétrica,
organizadas na forma de Sociedade de Propósito
Específico (SPE), na modalidade de produtor
independente de energia elétrica, com potência
instalada total de 637 MW:
• Usina Hidrelétrica Dona
Francisca - A COPEL detém 23,03%
do capital social da Dona Francisca Energética
S/A (Dfesa). Os demais sócios são:
Gerdau S/A (51,82%); Centrais Elétricas
de Santa Catarina – Celesc (23,03%); e Desenvix
(2,12%). A Dfesa é uma sociedade anônima
criada em agosto de 1998 para implementação
da Usina Hidrelétrica Dona Francisca e
comercialização da energia dela
proveniente.
Essa geradora, cuja concessão originalmente
era da Companhia Estadual de Energia Elétrica
– Ceee, está localizada no Rio Grande
do Sul, e tem capacidade instalada de 125 MW e
energia assegurada de 80 MW médios. O início
de operação comercial se deu em
fevereiro de 2001.
• Usina Eólica de Palmas
(Centrais Eólicas do Paraná Ltda.):
- O empreendimento, realizado mediante parceria
entre a COPEL (30%) e a Wobben Windpower Ind.
Com. Ltda. (70%), está em operação
desde fevereiro de 1999. A usina é composta
por cinco aerogeradores de 500kW cada um, totalizando
2,5 MW, e está situada na região
de Horizonte, a cerca de 30 km de Palmas. Sua
geração média de energia
é de 4.800 MWh/ano.
• Usina Hidrelétrica de Foz
do Chopim - Para exploração
do potencial remanescente da Usina Hidrelétrica
Júlio de Mesquita Filho, no rio Chopim,
foi constituída em 07/01/99 a Foz do Chopim
Energética Ltda., na qual a COPEL tem participação
de 35,77% e a DM Planejamento e Participações
Ltda., 64,23%. A usina possui duas unidades geradoras
com potência nominal de 14,8 MVA cada uma,
operando com fator de potência 0,92, perfazendo
uma potência total instalada de 29,70 MW
e energia assegurada fixada pela Agência
Nacional de Energia Elétrica – Aneel,
em 21,46 MWh. Em outubro de 2003, foi renovada
a licença de operação, com
validade até outubro de 2007.
• Usina Térmica de Araucária
(UEG) - Localizada no município
de Araucária, região metropolitana
de Curitiba, utiliza como combustível o
gás proveniente da Bolívia. Sua
potência instalada é de 484,7 MW.
A usina está estruturada na forma de uma
Sociedade de Propósito Específico
(SPE), cuja composição acionária
é: COPEL, com 20%, El Paso Energy International
do Brasil Ltda., com 60% e Petrobras, com 20%.
Em maio de 2000, a COPEL assinou com a UEG um
contrato de compra de potência garantida.
Uma renegociação desse contrato
foi iniciada em janeiro de 2003, mas posteriormente
interrompida em vista de a UEG ter rescindido
o contrato e notificado a COPEL de que entrara
com pedido de arbitragem perante a Câmara
de Comércio Internacional de Paris. Para
proteger seus direitos, a COPEL obteve na justiça
brasileira uma liminar determinando que a UEG
se abstivesse de dar prosseguimento a esse processo
arbitral. Apesar dessa liminar (confirmada por
sentença em 16 de março de 2004),
a COPEL teve de comparecer em Paris - em 20 de
fevereiro deste ano - para a primeira audiência
do processo arbitral, ocasião em que aquela
Câmara de Comércio Internacional
marcou outra sessão para 15 de abril de
2004.
SETOR DE GÁS
Compagás - A Compagás
é uma sociedade de economia mista, que atua,
sob regime de concessão, na comercialização
e distribuição de gás natural
canalizado no Estado do Paraná. A concessão
estadual foi outorgada à Compagás, pelo
período de 30 anos, a partir de 6 de julho
de 1994, e suas operações comerciais
iniciaram-se em 1º de outubro de 1998. Seus acionistas
são a COPEL (51,0%), a Petrobras Gás
S/A – Gaspetro (24,5%) e a Dutopar Participações
Ltda. (24,5%). O objeto da concessão é
a exploração
do serviço público de fornecimento de
gás canalizado e demais atividades correlatas
e afins, com exclusividade de distribuição,
de forma a suprir as necessidades de demanda dos consumidores
dos segmentos industriais, comerciais, residenciais,
institucionais, de transporte e outros que requisitem
a prestação do serviço, seja
como matéria prima, seja para geração
de energia elétrica ou outras finalidades e
usos possibilitados pelos avanços tecnológicos.
Ao final de 2003 a empresa contava com 409 km de rede
e com 100 clientes na Região Metropolitana
de Curitiba e cidade de Ponta Grossa. A empresa comercializou
durante o ano de 2003 um volume médio de 504.807
m3/dia, sendo 454.822 m3/dia para o setor industrial,
46.769 m3/dia para o setor veicular, e os restantes
3.216 m3/dia para os setores residencial, comercial
e termelétrico.
SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES
• Sercomtel Telecomunicações
S/A. - A Sercomtel é sociedade anônima,
com sede em Londrina (PR). Seu capital social é
de R$ 242,8 milhões, distribuídos
entre os seguintes sócios: COPEL, com 45%
de ações ON e 45% de ações
PN; Município de Londrina, com 55% de ações
ON e 31,8% de ações PN; e Banestado
S/A. Corretora, com 23,2% de ações
PN. Responsável pela telefonia fixa, ela
tem 160.787 acessos instalados, 11 centrais telefônicas,
duas centrais de trânsito e 45 centrais remotas
(ELRs e ELIs).
É a única operadora brasileira a ter
seu sistema totalmente digitalizado. O índice
de terminais em serviço para cada 100 habitantes
é de 30,05. São 4.034 telefones públicos,
e todos já funcionam com cartão indutivo.
A operadora trabalha agora na expansão de
sua rede de fibras ópticas. Em dezembro de
1997, a empresa conquistou a certificação
ISO 9002. Em dezembro de 2001, foi a primeira do
país a ser reconhecida pela Anatel, pela
antecipação das metas de universalização
previstas para dezembro de 2003. De acordo com essa
antecipação, a Sercomtel pode e já
vem ampliando sua atuação em outras
regiões.
• Sercomtel Celular S/A. -
Apresenta um capital social de R$ 40,8 milhões,
sendo seus principais acionistas a Prefeitura de
Londrina, com 55% de ações ON e PN,
e a COPEL, com 45% de ações ON e PN.
Em maio de 1996, a Sercomtel Celular tornou-se a
primeira operadora da América Latina a oferecer
celular digital no padrão TDMA. Trinta e
nove estações rádio-base garantem
cobertura de sinal em todo o município de
Londrina (áreas urbana e rural). Em dezembro
de 2003, a Sercomtel Celular inaugurou o sistema
GSM na área 43, também sendo a pioneira
a lançar este produto. A Sercomtel Celular
possui 87.327 de capacidade TDMA e 18.397 em GSM,
o que representa 15,07 terminais para cada 100 habitantes.
• Onda - O Onda Provedor
de Serviços S/A é um provedor de acesso
a Internet. Seus sócios são: COPEL,
com 24,5%; Sercomtel, com 24,5%; Lanis, com 25,5%;
e América Negócios, com 25,5%. A empresa
tem a vantagem competitiva da alta velocidade aliada
à alta segurança, por utilizar a rede
de fibras ópticas que a COPEL instalou em
todo o Estado para a transmissão de dados,
voz e imagem, além de ATM e VPND. A conexão
do Onda com a Internet é de 8Mbps, a mais
rápida do Paraná. No quarto trimestre
de 2003, ela reposicionou sua missão para:
“proporcionar aos nossos clientes elevados
níveis de segurança para suas informações,
garantindo tranqüilidade e continuidade de
seus negócios”.
Ações relevantes em 2003 foram: (1)
Break-even operacional, (2) redução
dos custos de comunicação e (3) estudos
para oferecer soluções ASP (Aplication
Service Provider), lançando o primeiro aplicativo
(Everest ASP Onda). Trata-se de serviços
adequados para atender os mercados SOHO e Corporate,
com foco principal na segurança e continuidade
dos negócios.
SETOR DE SANEAMENTO
• Dominó Holding S/A. -
É constituída pela COPEL (15%), Construtora
Andrade Gutierrez S/A (27,5%), Opportunity Daleth
S/A. (27,5%) e Sanedo Ltda. - Grupo Vivendi (30%).
A Dominó Holding detém 39,7% do capital
votante da Companhia de Saneamento do Paraná
(Sanepar). A Sanepar foi criada em 23/01/1963, para
atuar no setor de saneamento básico em todo
o Estado do Paraná. A Sanepar é uma
empresa de economia mista, cujo maior acionista
ordinário é o Governo do Estado do
Paraná, com 60% das ações.
Já o Grupo Dominó possui 39,71% das
ações, e as Prefeituras Municipais,
0,29 %. Atualmente a Sanepar presta serviços
de captação, tratamento e distribuição
de água e coleta e tratamento de esgoto em
342 dos 399 municípios do Estado do Paraná,
atendendo com água tratada aproximadamente
7,9 milhões de pessoas (98,4% da população
urbana), e com serviços de esgoto sanitário,
3,6 milhões de pessoas (44,6% da população
urbana). A empresa prevê fortes investimentos
em esgoto, a fim de levar gradativamente o nível
de atendimento até 80% em 2010, considerado
excelente para os padrões brasileiros.
SETOR DE SERVIÇOS
• Braspower - É fruto
da associação da COPEL (49%) com a
Engevix Engenharia (51%). Seu foco é o mercado
internacional, especialmente o Sudeste Asiático
e a China, onde oferece as tecnologias desenvolvidas
no Brasil para projetos associados a energia e infra-estrutura.
• Escoelectric - Constituída
em dezembro de 1998, a Escoelectric é uma
Energy Service Company (ESCO). Visa oferecer ao
mercado serviços multidisciplinares, específicos
e diferenciados, para atender as necessidades e
exigências do cliente, com flexibilidade,
qualidade, prazos e a melhor tecnologia. Busca sempre
proporcionar vantagens técnicas e econômicas,
e está estruturada em divisões de
negócios voltadas para a prestação
de serviços em comissionamento e ensaios,
gerenciamento energético, operação
e manutenção, e em outras atividades.
Seus sócios atuais são a COPEL (40%)
e o LACTEC (60%).
• COPEL Amec - A COPEL Amec
tem como sócios a COPEL (48%), a Amec (47,5%)
e a Lactec (4,5%). Com sede em Curitiba e voltada
principalmente para o mercado brasileiro, a empresa
oferta serviços de engenharia, desde a fase
de planejamento e estudos de viabilidade de obras
de infra-estrutura até o fornecimento de
pacotes completos de EPC (Engineering, Procurement
and Construction) e de Owner’s Engineering,
passando por projetos, consultorias, diligenciamentos
técnicos e ambientais. No dia 27 de agosto
de 2003 a COPEL enviou correspondência formal
para os sócios Lactec e Amec, conforme cartas
SEDIR-C/081/2003/CPA e SEDIR-C/078/2003/CPA, respectivamente,
propondo o encerramento da sociedade. Até
a presente data não foi recebida resposta
formal sobre o assunto.
EMPREENDIMENTOS EM IMPLANTAÇÃO
SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA
A
COPEL participa de três parcerias em empreendimentos
de geração de energia elétrica
que estão em fase de implantação.
São projetos de geração hidráulica,
cujas concessões foram obtidas através
de licitações da Aneel e que vão
possibilitar à COPEL, nos próximos anos,
aumentar sua produção e venda de energia
elétrica em cerca de 1.450 MW instalados:
• Usina Hidrelétrica Campos Novos - As empresas constituintes da ENERCAN foram vencedoras
do leilão 01/98, promovido pela Aneel em
4 de agosto de 1998, visando a implantação
e exploração da Usina Hidrelétrica
Campos Novos, no rio Canoas, nos municípios
de Campos Novos, Abdon Batista, Celso Ramos e Anita
Garibaldi, todos no Estado de Santa Catarina. O
Governo Federal, através de decreto de 30/09/99,
outorgou à ENERCAN concessão para
geração de energia elétrica
através do Contrato de Concessão 43/2000,
com duração de 35 anos, prorrogáveis.
A ENERCAN é uma empresa de propósito
específico, sob forma de sociedade anônima
de capital fechado, que tem por objeto a construção,
operação e exploração
da Usina Hidrelétrica Campos Novos, bem como
do Sistema de Transmissão Associado. A usina
contará com uma potência instalada
de 880 MW e energia assegurada de 377,9 MW médios.
O início de operação comercial
está previsto para fevereiro de 2006. A sociedade
é composta por CPFL Geração
de Energia S/A. – CPFL-G (48,72%); COPEL Participações
S/A. – COPEL-PAR (16,73%); Companhia Brasileira
de Alumínio - CBA (16,00%); Companhia Níquel
Tocantins - CNT (10,00%); Companhia Estadual de
Energia Elétrica – CEEE (6,51%); e
Centrais Elétricas de Santa Catarina –
CELESC (2,03%). O projeto contará com financiamento
de R$ 620 milhões do BNDES, já aprovado,
e de US$ 75 milhões do BID, cujo contrato
encontra-se em negociação. Em novembro
de 2003, a COPEL estabeleceu um compromisso no qual
se comprometeu com a venda da totalidade das ações
ordinárias (16,73%) à CBA e CNT, sócias
atuais da ENERCAN. Nessa oportunidade, a COPEL recebeu
R$ 17,7 milhões a título de sinal
de negócio. A operação foi
submetida à Aneel e aprovada mediante a Resolução
nº 53, de 17/02/2004.
Assim sendo, como resultado da efetivação
da venda, a COPEL recebeu o saldo de R$ 73,5 milhões
no dia 27 de fevereiro de 2004.
• Usina Hidrelétrica São
Jerônimo - Projeto que compreende
o futuro aproveitamento hidrelétrico do Rio
Tibagi, localizado entre os municípios de
Tamarana e São Jerônimo da Serra, Estado
do Paraná. A Usina terá duas unidades
geradoras com capacidade nominal de 165,5 MW cada
uma, totalizando uma capacidade mínima instalada
de 331 MW, com energia mínima assegurada
de 165,5 MW médios. A implementação
do empreendimento terá como base a concessão
de uso de bem público para exploração
do aproveitamento Hidrelétrico de São
Jerônimo, constante do Edital de Leilão
N.º 002/2001-Aneel e outorgada ao Consórcio
São Jerônimo em 3 de outubro de 2001.
A COPEL possui 21% da participação
no consórcio, mas essa participação
percentual pode aumentar significativamente devido
a uma reestruturação pela qual o consórcio
está passando, em razão de dificuldades
financeiras de um de seus membros. O custo orçado
desse projeto é de R$ 510 milhões.
O consórcio pretende obter o financiamento
necessário sob a modalidade de project finance.
• Usina Hidrelétrica de Santa
Clara/Fundão - O Complexo Energético
Fundão Santa Clara é composto por
dois aproveitamentos hidrelétricos no Rio
Jordão, no Estado do Paraná: a Usina
Hidrelétrica Santa Clara e a Usina Hidrelétrica
Fundão, que, somadas, têm uma potência
instalada de 238 MW (energia total assegurada de
135,40MW médios). Os arranjos físicos
selecionados contam ainda com duas PCHs, com potência
instalada extra de 5,9 MW. O complexo foi licitado
no Leilão Aneel 002/2001 e teve sua concessão
outorgada em 25 de outubro de 2001 à Elejor
– Centrais Elétricas do Rio Jordão
S/A., sociedade de propósito específico
constituída para viabilizar a implantação
e a exploração do empreendimento mediante
a operação comercial e venda da energia,
durante 35 anos, com renovação por
igual período, conforme contrato de Concessão
da Aneel. Esta empresa tem como acionistas ordinários
a COPEL, com 40% do capital, a Construtora Paineira,
com 30%, e a Triunfo Participações,
com 30%.
A Eletrobrás detém a totalidade das
ações preferenciais. O investimento
total do projeto está orçado em R$
458 milhões. Deste valor, R$ 270 milhões
devem ser obtidos junto ao BNDES, por meio de negociação
que se encontra em andamento. O início da
geração comercial da primeira máquina
da UHE Santa Clara está previsto para março
de 2005, e o da UHE Fundão, para julho de
2006. Em 18/12/2003, a COPEL e a Triunfo Participações
assinaram Contrato de Compromisso de Alienação
de Ações, o qual estabelece a compra
por parte da COPEL de 30% das ações
ordinárias da Triunfo na Elejor. Nessa oportunidade,
a COPEL pagou R$ 7,4 milhões de sinal de
negócio, do que resultou o aumento de sua
participação de 40% para 70%. Conforme
estabelecido no referido contrato, a operação
foi submetida à aprovação da
Aneel e do CADE (Conselho de Direito Econômico)
para sua efetivação, devendo a COPEL
pagar à época R$ 30 milhões
e disponibilizar um bloco de energia de 16.005.668
kWh (dezesseis milhões, cinco mil, seiscentos
e sessenta e oito quilowatt/hora). Também
faz parte da operação o valor de R$
300 mil, referentes à cessão de equipamentos
(guindastes), cuja avaliação encontra-se
em andamento.
EMPREENDIMENTOS EM ESTUDO
Em
parceria com a iniciativa privada, a COPEL desenvolve
também diversos estudos de viabilidade
técnico–econômica e ambiental de
projetos de geração de energia elétrica
constituídos na forma de
consórcios para onze PCHs (Pequenas Centrais
Hidrelétricas), as quais totalizam cerca de 160
MW de
potência instalada.
ÁREAS ESTRUTURAIS
As
atividades de Auditoria, Comunicação
e Marketing, Tecnologia da Informação,
Logística de Serviços, Pesquisa &
Desenvolvimento e Segurança Empresarial permeiam
a atuação da Empresa em todos os segmentos
de negócios. Asseguram a identidade, a sinergia
e o alinhamento permanente com o referencial estratégico
da Companhia, e foram desenvolvidas intensamente no
exercício findo.
POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO
E MARKETING
A
Coordenação de Marketing (CMK) é
responsável pela interação sistemática
entre a COPEL e seus públicos interno e externo,
planejando também as políticas de publicidade,
propaganda, e de relações públicas
da Companhia. A área é subordinada hierarquicamente
à Presidência e possui núcleos
de: Planejamento e Controle de Marketing, Comunicação
com os Clientes, Pesquisas e Informações
de Marketing, Endomarketing, Marketing Cultural, Gestão
de Eventos, Jornalismo, e Apoio à Gestão.
No
ano de 2003 a COPEL esteve bastante presente na mídia
em razão das muitas medidas e ações
relacionadas à reestruturação
interna, ao restabelecimento do seu equilíbrio
econômico-financeiro, à reorientação
estratégica para o atendimento das demandas
sociais do Estado e às discussões em
torno da implementação das novas regras
do setor elétrico brasileiro. Assim, nesse
ano, a área de jornalismo teve uma atuação
ativa, permanente e destacada no cumprimento das suas
funções dentro do setor.
Outra área com forte atuação na CMK
em 2003 foi a que responde pelo marketing cultural
da Empresa. Entre as atividades de marketing cultural
patrocinados com incentivo fiscal da Lei Rouanet destaca-se
o projeto Iluminando Gerações, apresentação
itinerante de teatro num caminhão da empresa
especialmente transformado para ir até as escolas.
O Museu da Energia, em Curitiba, por sua vez, recebeu
a visita de aproximadamente 17.000 crianças.
Vinculada também à Coordenação
de Marketing, nesse ano foi criada a área de
Endomarketing que visa introduzir um novo conceito
de relacionamento entre a direção da
Empresa e seus empregados e, igualmente, aproximar
os familiares do corpo funcional da realidade da COPEL.
A
função do endomarketing é difundir
as idéias institucionais, por meio das quais
são estreitadas e fortalecidas as relações
de trabalho. Uma das suas principais atribuições
é promover ações de relacionamento
dos empregados entre si, e com destes as diretorias.
Visa também coordenar os processos de comunicação
interna. Alinhada ao referencial estratégico,
à cultura organizacional e às ações
institucionais, essa ação contribui
para que a Empresa alcance seus resultados e maior
produtividade.
Em
setembro de 2003, foi implantado o programa COPEL – Prazer em Conhecer, que tem como objetivo
proporcionar maior integração nas relações
pessoais entre a Diretoria e os empregados. O programa
promoveu visitas do Presidente e dos Diretores a diversas
áreas da Empresa, cafés da manhã com o corpo funcional, visita de familiares ao ambiente
de trabalho e uma agenda especial para os empregados.
O
COPEL – Prazer em Conhecer esteve presente também
no Programa de Integração de Novos Empregados.
Para
2004, foram criados dois novos programas: COPEL Sem
Distâncias, que dará continuidade ao
programa COPEL - Prazer em Conhecer, com o objetivo
de encurtar as distâncias físicas e hierárquicas
e diminuir diversidades. Para isso, será enfatizada
a importância e a relevância de cada empregado
para a Companhia. Também foi criado o Programa
A Energia dos Nossos Talentos, ferramenta de gestão
que permite a abertura de espaço na Organização
para reconhecimento e valorização do
talento natural e profissional dos empregados. No
programa são reconhecidos e valorizados os
talentos que se destacam nas áreas de conhecimento
tecnológico, artístico, cultural e em
outras áreas de incentivo organizacional.
O
núcleo de Informações de Marketing
coordenou a Pesquisa Nacional de Satisfação
do Cliente Residencial, promovida pela Associação
Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica
- Abradee, e realizada com 44 empresas do setor elétrico
brasileiro. Também coordenou a pesquisa junto
às concessionárias de eletricidade dos
países da América do Sul, realizada
pela Comissión de Integración Energética
Regional – CIER.
A
COPEL, mais do que qualquer outra empresa no Estado,
interage mensalmente com mais de 3 milhões
de clientes através da fatura de energia. O
Call Center recebe em média 600 mil ligações
mensais e, para aumentar seu relacionamento com os
clientes, está reabrindo agências em
todo o estado.
Com
essas ações a Empresa procura cumprir
sua missão de marketing, que é entender
e atender os seus clientes. Os planos da Coordenação
de Marketing para 2004 incluem o desenvolvimento do
Portal da Intranet da COPEL e de uma Central de Notícias;
a atualização, complementação
e organização do acervo fotográfico;
e a digitalização do acervo da comunicação
interna.
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Dentro
do processo de unificação da COPEL,
as áreas de Tecnologia da Informação
(TI) também foram reunidas em uma única
superintendência, que assumiu os seguintes desafios:
Alinhar a área de TI ao nível estratégico
da Organização, alinhando-a às
suas necessidades maiores e priorizando projetos que
agreguem mais valor a essas estratégias; e
transformar a forma de atuação da área
de TI no que há de mais moderno em termos de
gestão, focando principalmente a revisão
dos seus processos, a capacitação do
seu pessoal e as metodologias de gestão da
mudança.
A
partir das diretrizes, com o início do projeto
de atualização tecnológica e
a consolidação da infra-estrutura, foram
priorizados os projetos com maior impacto sobre as
estratégias da Organização, direcionando
os esforços para a implementação
de sistemas de gestão empresarial e de gestão
de consumidores; a utilização de software
livre; a ampliação do uso da tecnologia
de geoprocessamento; o uso de computação
móvel; a agilização do processo
de aquisições da Empresa; e a implantação
de sistemas de suporte aos processos da área
de engenharia e da área comercial, entre outros.
SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL (ERP)
E DE GESTÃO DE CONSUMIDORES
Trata-se
dos projetos mais importantes do conjunto de projetos
da TI, pelo grau de alinhamento com as estratégias
definidas pela Diretoria, em que a busca da eficiência
operacional ocupa posição de destaque.
O
objetivo é substituir os sistemas atuais por
outros que permitam aperfeiçoar os processos
internos da Organização e consolidar
a situação de excelência da Empresa
no setor elétrico brasileiro.
TRANSFORMAÇÃO DOS PROCESSOS
DE TI
Este
projeto está diretamente relacionado à
transformação da forma de trabalho da
superintendência e tem
como objetivo a implantação de processos
reconhecidos mundialmente como padrões que
aumentam a eficiência e a eficácia em
TI. Como produtos principais deste trabalho, pode
ser citado: o gerenciamento efetivo das demandas,
cuja finalidade é alinhar os projetos de TI
às estratégias empresariais pelo trabalho
por Negócios e Processos da Empresa; e o reforço
da filosofia de Gerenciamento de Projetos e por Projetos,
a fim de garantir a obtenção de resultados
com qualidade.
SOFTWARE LIVRE
Com
a finalidade de tes | | | | |