PERFIL DA COMPANHIA

Sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, a COPEL atua nos segmentos de geração, transmissão, distribuição de energia elétrica e telecomunicações, com concessão do Governo Federal. A potência instalada de 4.550 MW responde pela produção de 5,47% de toda a eletricidade consumida no Brasil. A Empresa possui um sistema com mais de 6,9 mil km de linhas de transmissão, 165 mil km de linhas de distribuição e 360 subestações.
O ano de 2003 foi marcado pelo processo de reestruturação organizacional, com vistas à unificação da COPEL, que passou a gerir todas as suas empresas (Geração, Transmissão, Distribuição, Telecomunicações e Participações) a partir de uma holding. Esse modelo permite o alinhamento da gestão, sobretudo, das áreas administrativa e financeira, mas preserva as cinco vertentes de negócios sob a operação de empresas subsidiárias. O processo promoveu a retomada dos valores da Corporação, com ênfase na transparência administrativa e na busca do envolvimento e participação de todos os empregados nas principais decisões da Empresa.
Com o objetivo de obter maior eficiência, redução de custos e reversão do prejuízo do exercício anterior, a administração da COPEL está renegociando contratos e efetuando estudos, levantamentos, análises e auditorias, visando a melhor solução das condições vigentes.

 

GOVERNANÇA CORPORATIVA

Em 2003, a COPEL iniciou um processo de melhoria nas práticas de Governança Corporativa, visando o crescimento e a geração de valor para os acionistas.
A administração vem reforçando as práticas de Governança Corporativa com uma série de medidas. Já foram implantadas a Política de Divulgação de Informações Relevantes e a Política de Negociação de Ações de Emissão Própria, atendendo à Instrução CVM 358/02.
A COPEL está promovendo um maior envolvimento dos Conselhos Fiscal e de Administração no processo decisório. Em fevereiro de 2004, o Estatuto Social da Companhia foi alterado com vistas a adequar e refletir uma melhor Governança: reduziu-se o número de diretorias de oito para seis, enquanto a estrutura do Conselho de Administração (CAD) ganhou poder. Está no plano estratégico da COPEL integrar o Nível 1 de Governança Corporativa da Bovespa – Bolsa de Valores de São Paulo.
Como complementação à instituição do seu Código de Conduta Ética, a COPEL está tomando todas as medidas necessárias para sua adaptação às novas regulamentações da Securities and Exchange Commission – SEC (Lei Sarbanes-Oxley). Dentre essas ações, destacam-se a criação de um Comitê Permanente de Divulgação de Atos e Fatos Relevantes, os estudos para adaptação do Conselho Fiscal e o mapeamento dos controles internos.
Para acompanhar o cumprimento desse Código de Conduta Ética foi nomeado um Conselho de Avaliação de Conduta, cuja atuação teve início em abril de 2004. Composto por 9 membros, para garantir uma maior transparência dentro dos melhores princípios de Governança Corporativa, o referido Conselho é coordenado por um representante da Sociedade Civil.
Todas essas medidas têm como objetivo principal tornar mais transparentes as decisões da Administração e direcionar estrategicamente os negócios da Companhia para o futuro.

 

O PROCESSO DE UNIFICAÇÃO DA COPEL

O processo de unificação da Companhia teve por premissa básica criar novamente uma empresa única, revertendo dessa forma, a divisão feita em 2001 pela administração anterior, quando foram criadas cinco subsidiárias integrais (Geração, Transmissão, Distribuição, Telecomunicações e Participações).
O trabalho de reestruturação organizacional, com vistas à unificação da Companhia, teve o mérito de ser todo ele desenvolvido internamente, com a participação e o envolvimento significativo dos empregados da Empresa. Isso garantiu que o discurso da nova administração seria transformado em ações, e que o diferencial entre a COPEL e as demais companhias são seus empregados. Ou seja, o espírito copeliano faz a diferença!
Para a condução das atividades de reestruturação, constituíram-se vários grupos de trabalho, com a atribuição de analisar cada uma das funções existentes na Companhia, tanto as relativas ao seu negócio (Geração, Transmissão e Distribuição de energia) e ao mercado (Participações), quanto ao envolvimento (Telecomunicações). Também foram contempladas aquelas que dão suporte à existência da COPEL: Administração, Finanças, Contabilidade, Jurídica, Auditoria, Ouvidoria, Meio Ambiente, Secretaria, Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Planejamento Empresarial.
A coordenação geral do processo esteve a cargo da Presidência da Companhia, que contou com o envolvimento e a participação de todos os seus Diretores, o que demonstrou estar toda a alta direção da Empresa imbuída de um único objetivo: unificar a COPEL.
A condução dos trabalhos ficou sob a responsabilidade do Diretor de Administração da Empresa, que coordenou pessoalmente as atividades do grupo técnico, formado por profissionais especializados em processos de reestruturação organizacional.
Estima-se que aproximadamente 300 empregados foram diretamente envolvidos nos trabalhos dos grupos da reestruturação, e que mais de 3000 se inteiraram diretamente das mudanças propostas, pois responsabilidade, trabalho participativo e transparência de ações foram – e são – características marcantes da nova gestão na COPEL. Prova disso é que cada etapa do processo reestruturacional foi amplamente divulgada em toda a Empresa, por meio de encontros e palestras promovidos pelo Coordenador do Grupo Gestor. Também comunicados internos, informativos e demais veículos de comunicação da Companhia foram usados para esse fim.
Atualmente a Companhia já atua de forma unificada, com as atividades das áreas-meio sendo realizadas centralizadamente, e aquelas que necessitem descentralização, já estão padronizadas. Documentos normativos balizadores das ações dos empregados estão sendo atualizados à nova forma de atuação da Empresa; competências estão sendo adequadas de forma a tornar o processo decisório mais ágil e adequado às necessidades atuais.

 

AUDITORIA INTERNA

A Auditoria Interna da COPEL tem o papel relevante no sistema de Governança Corporativa e é responsável por colaborar no aprimoramento das rotinas, controles, processos, sistemas e tudo que, por conseqüencia, possa auxiliar a administração da Companhia a tomar melhores as áreas que operacionalizam seus negócios.
As atividades de auditoria desenvolvidas em 2003 estiveram concentradas no atendimento de solicitações da nova gestão da COPEL. Os trabalhos programados para o exercício foram executados, principalmente, pela equipe de Ernst & Young Auditores Independentes, através de contrato de prestação de serviços de auditoria interna terceirizada. Esse contrato foi encerrado em novembro do ano passado.
O processo de reestruturação organizacional para reunificação da Companhia levou sua direção a aprovar a recomposição do quadro próprio de auditores. Essa recomposição foi iniciada ainda em 2003, sendo descartada a terceirização desta função depois de extinto o contrato de prestação de serviços terceirizados de auditoria que estava em vigência desde o ano 2000.
Entre as tribuições da Auditoria interna estão o desenvolvimento do plano geral de auditoria (abrangendo a Corporação COPEL, suas unidades de negócio e suas participações), o estabelecimento de políticas e diretrizes e também a execução de exames especiais de auditoria, sempre que requisitados por Diretor ou pela Diretoria da Empresa.Entre as tribuições da Auditoria interna estão o desenvolvimento do plano geral de auditoria (abrangendo a Corporação COPEL, suas unidades de negócio e suas participações), o estabelecimento de políticas e diretrizes e também a execução de exames especiais de auditoria, sempre que requisitados por Diretor ou pela Diretoria da Empresa.

 

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL


COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA

No exercício de 2003 não existiram alterações na estrutura do Capital Social da Companhia, permanecendo assim em R$ 2,9 bilhões, representados por 273.655 milhões de ações, sem valor nominal, sendo 145.031 milhões de ações ordinárias (53,00%), 405 milhões de ações preferenciais classe “A” (0,15%) e 128.217 milhões de ações preferenciais classe “B” (46,85%).




ÁREAS DE ATUAÇÃO DA COPEL


GERAÇÃO

A Geração da COPEL conta com 18 usinas em seu parque gerador, sendo 17 hidrelétricas e uma termelétrica, totalizando 4.550 MW de potência instalada efetiva. Alguns pontos merecem destaque neste segmento:

OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE USINAS
Em 2003, mais de 99% da capacidade de produção instalada na COPEL passaram a ser controlados a partir do Centro de Operação da Geração.
Também foram realizados trabalhos de manutenção na subestação elevadora da Usina Hidrelétrica Governador Bento Munhoz da Rocha Neto, conferindo maior confiabilidade a uma unidade que é vital para a operação do sistema de transmissão que atende a região Sul.

EXPANSÃO DA GERAÇÃO DE ENERGIA
Com o objetivo de identificar oportunidades de implantação de usinas hidrelétricas de médio porte no Paraná, foram desenvolvidos estudos de viabilidade de potenciais remanescentes nas principais bacias hidrográficas do Estado.
Para atender o seu próprio mercado, a COPEL desenvolveu estudos de novas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), bem como de ampliação da capacidade de antigas usinas da Companhia, como Apucaraninha e Cavernoso. Esses projetos têm baixo nível de investimento e indicação de grande atratividade.
A segunda fase do Projeto Ventar, que envolve a instalação e operação de estações de medição de vento com o respectivo processamento e interpretação de dados, foi implantada em 2003 para avaliar o potencial de produção de energia eólica no Paraná. Essas atividades visam detalhar o potencial eólico-gerador e as respectivas áreas indicadas para instalação de usinas eólicas no Estado.

GESTÃO TÉCNICA DE EMPREENDIMENTOS
No início de 2003, foram iniciados no rio Jordão os serviços de gestão técnica do Complexo Energético Fundão – Santa Clara, composto pela Usina Santa Clara e pela Usina Fundão, o qual terá potência total instalada de 240 MW.

 

TRANSMISSÃO

REFORÇOS

O Sistema de Transmissão da COPEL passou por uma série de reforços que garantem a manutenção do elevado padrão de atendimento da Empresa, com destaque para: implantação da Subestação Cidade Industrial de Curitiba 230 kV, incrementando a qualidade das condições de atendimento das cargas industriais dessa importante região do Estado; conclusão das obras das seguintes linhas de transmissão (LTs): LT Bateias — Jaguariaíva, com 137 km e LT Cascavel — Ibema, com 44,3 km.

OPERAÇÃO E TRANSMISSÃO - DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO
Para aumentar a eficiência dos processos associados à transmissão de energia, foi implantada uma série de melhoramentos, oriundos da evolução tecnológica: automação de mais sete subestações, completando o índice de 100% de ampliação de recursos nas subestações do Sistema de Transmissão, resultando no aumento de confiabilidade da operação; criação de sistemas de gerenciamento da manutenção e de monitoramento on-line de equipamentos que contribuem para o incremento do desempenho do Sistema de Transmissão; instalação do videowall na sala de controle do Centro de Operação do Sistema (COS). Trata-se de uma ferramenta flexível e rápida para monitoramento e diagnóstico da situação do Sistema da COPEL. Em função do grau de evolução tecnológica da COPEL, o Operador Nacional do Sistema (ONS) contratou a Companhia para executar a ampliação funcional das unidades remotas das subestações Cascavel Oeste, Governador Parigot de Souza (GPS), Guaíra, Londrina, Maringá e Ponta Grossa Norte.

 

DISTRIBUIÇÃO
Em 2003, foram incorporadas ao sistema COPEL 84.111 novas ligações, sendo 67.094 da classe residencial, 2.679 da industrial e 5.377 da comercial. Em dezembro, foram emitidas 3.095.498 faturas a consumidores, com crescimento de 2,8% em relação aos 3.011.387 consumidores de dezembro de 2002.
O negócio de distribuição é composto por 165.167 km de redes de distribuição, 1.258.902 estruturas, 314.738 transformadores, 6.629 MVA de potência instalada em transformadores, 225 subestações, 1.420 MVA de potência instalada em subestações, 1.112 localidades atendidas e 143 subestações automatizadas.
A Empresa atende 392 municípios no Paraná e mais o município de Porto União, no Estado de Santa Catarina.


QUALIDADE DO FORNECIMENTO
Os dois principais indicadores da qualidade de fornecimento são: Duração Equivalente de Interrupções por Consumidor (DEC), e Freqüência Equivalente de Interrupções por Consumidor (FEC). Em 2003, foram alcançados os seguintes índices: DEC, 18h53min (contra 16h20min, em 2002); FEC, 16,54 interrupções (contra 15,70 do ano de 2002).




TELECOMUNICAÇÕES

Os serviços de telecomunicações oferecidos a clientes externos atendem a todas as operadoras de telecomunicações que atuam no Estado, provedores de Internet e corporações dos setores público e privado, posicionando o Paraná na vanguarda da universalização das telecomunicações. Em 2003, esses serviços geraram um faturamento aproximado de R$ 32 milhões, tornando a atividade rentável e auto-sustentável. Com isso, a COPEL contribuiu para a redução de preços e a melhoria da qualidade de serviços de telecomunicações no Paraná, fatores essenciais para atração de investimentos e geração de novos empregos.
No que se refere à infra-estrutura, foram acrescentados 200 km de cabos ópticos à rede de transmissão da Companhia, agregando 14 novas cidades às 60 já atendidas pela COPEL, além de 600 km de cabos ópticos na rede de acesso urbano.
A Companhia foi reconhecida nacionalmente, pela revista Anuário Telecom, como Empresa de Destaque no segmento de Serviços de Comunicação de Dados.
Até dezembro de 2003, a Companhia possuía um total de 3.300 km de cabos ópticos, sendo 2.700 km de cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) e 630 km em cabos ópticos auto-sustentados (ADSS). A rede de acesso urbana, constituída por cabos ópticos auto-sustentados em redes de distribuição, era de 1.700 km.
Alinhada com as políticas governamentais, a Empresa contribui para a inclusão digital dos paranaenses por meio de uma rede de alta velocidade. Essa rede interligou as universidades estaduais e viabilizou a implantação do projeto-piloto do programa Paraná Digital no Instituto de Educação do Paraná, devendo estender-se a todas as escolas estaduais. No ano, a COPEL investiu R$ 48 milhões para expandir essa rede, a fim de atender a primeira etapa do programa.

 

ANEL ÓPTICO DA COPEL


PARTICIPAÇÕES
A COPEL participa em empresas e consórcios em diversos setores, tais como energia elétrica, saneamento, serviços, gás e telecomunicações. Atualmente a Companhia está reavaliando a sua carteira de ativos em participações. O objetivo é focar os investimentos em empreendimentos alinhados com os seus core-business e referencial estratégico.

 

EMPREENDIMENTOS EM OPERAÇÃO


SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA

A COPEL tem participação em quatro empresas de geração de energia elétrica, organizadas na forma de Sociedade de Propósito Específico (SPE), na modalidade de produtor independente de energia elétrica, com potência instalada total de 637 MW:

• Usina Hidrelétrica Dona Francisca - A COPEL detém 23,03% do capital social da Dona Francisca Energética S/A (Dfesa). Os demais sócios são: Gerdau S/A (51,82%); Centrais Elétricas de Santa Catarina – Celesc (23,03%); e Desenvix (2,12%). A Dfesa é uma sociedade anônima criada em agosto de 1998 para implementação da Usina Hidrelétrica Dona Francisca e comercialização da energia dela proveniente.
Essa geradora, cuja concessão originalmente era da Companhia Estadual de Energia Elétrica – Ceee, está localizada no Rio Grande do Sul, e tem capacidade instalada de 125 MW e energia assegurada de 80 MW médios. O início de operação comercial se deu em fevereiro de 2001.
• Usina Eólica de Palmas (Centrais Eólicas do Paraná Ltda.): - O empreendimento, realizado mediante parceria entre a COPEL (30%) e a Wobben Windpower Ind. Com. Ltda. (70%), está em operação desde fevereiro de 1999. A usina é composta por cinco aerogeradores de 500kW cada um, totalizando 2,5 MW, e está situada na região de Horizonte, a cerca de 30 km de Palmas. Sua geração média de energia é de 4.800 MWh/ano.
• Usina Hidrelétrica de Foz do Chopim - Para exploração do potencial remanescente da Usina Hidrelétrica Júlio de Mesquita Filho, no rio Chopim, foi constituída em 07/01/99 a Foz do Chopim Energética Ltda., na qual a COPEL tem participação de 35,77% e a DM Planejamento e Participações Ltda., 64,23%. A usina possui duas unidades geradoras com potência nominal de 14,8 MVA cada uma, operando com fator de potência 0,92, perfazendo uma potência total instalada de 29,70 MW e energia assegurada fixada pela Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel, em 21,46 MWh. Em outubro de 2003, foi renovada a licença de operação, com validade até outubro de 2007.
• Usina Térmica de Araucária (UEG) - Localizada no município de Araucária, região metropolitana de Curitiba, utiliza como combustível o gás proveniente da Bolívia. Sua potência instalada é de 484,7 MW. A usina está estruturada na forma de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), cuja composição acionária é: COPEL, com 20%, El Paso Energy International do Brasil Ltda., com 60% e Petrobras, com 20%. Em maio de 2000, a COPEL assinou com a UEG um contrato de compra de potência garantida. Uma renegociação desse contrato foi iniciada em janeiro de 2003, mas posteriormente interrompida em vista de a UEG ter rescindido o contrato e notificado a COPEL de que entrara com pedido de arbitragem perante a Câmara de Comércio Internacional de Paris. Para proteger seus direitos, a COPEL obteve na justiça brasileira uma liminar determinando que a UEG se abstivesse de dar prosseguimento a esse processo arbitral. Apesar dessa liminar (confirmada por sentença em 16 de março de 2004), a COPEL teve de comparecer em Paris - em 20 de fevereiro deste ano - para a primeira audiência do processo arbitral, ocasião em que aquela Câmara de Comércio Internacional marcou outra sessão para 15 de abril de 2004.

SETOR DE GÁS
Compagás - A Compagás é uma sociedade de economia mista, que atua, sob regime de concessão, na comercialização e distribuição de gás natural canalizado no Estado do Paraná. A concessão estadual foi outorgada à Compagás, pelo período de 30 anos, a partir de 6 de julho de 1994, e suas operações comerciais iniciaram-se em 1º de outubro de 1998. Seus acionistas são a COPEL (51,0%), a Petrobras Gás S/A – Gaspetro (24,5%) e a Dutopar Participações Ltda. (24,5%). O objeto da concessão é a exploração do serviço público de fornecimento de gás canalizado e demais atividades correlatas e afins, com exclusividade de distribuição, de forma a suprir as necessidades de demanda dos consumidores dos segmentos industriais, comerciais, residenciais, institucionais, de transporte e outros que requisitem a prestação do serviço, seja como matéria prima, seja para geração de energia elétrica ou outras finalidades e usos possibilitados pelos avanços tecnológicos. Ao final de 2003 a empresa contava com 409 km de rede e com 100 clientes na Região Metropolitana de Curitiba e cidade de Ponta Grossa. A empresa comercializou durante o ano de 2003 um volume médio de 504.807 m3/dia, sendo 454.822 m3/dia para o setor industrial, 46.769 m3/dia para o setor veicular, e os restantes 3.216 m3/dia para os setores residencial, comercial e termelétrico.

SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES
• Sercomtel Telecomunicações S/A.
- A Sercomtel é sociedade anônima, com sede em Londrina (PR). Seu capital social é de R$ 242,8 milhões, distribuídos entre os seguintes sócios: COPEL, com 45% de ações ON e 45% de ações PN; Município de Londrina, com 55% de ações ON e 31,8% de ações PN; e Banestado S/A. Corretora, com 23,2% de ações PN. Responsável pela telefonia fixa, ela tem 160.787 acessos instalados, 11 centrais telefônicas, duas centrais de trânsito e 45 centrais remotas (ELRs e ELIs).
É a única operadora brasileira a ter seu sistema totalmente digitalizado. O índice de terminais em serviço para cada 100 habitantes é de 30,05. São 4.034 telefones públicos, e todos já funcionam com cartão indutivo. A operadora trabalha agora na expansão de sua rede de fibras ópticas. Em dezembro de 1997, a empresa conquistou a certificação ISO 9002. Em dezembro de 2001, foi a primeira do país a ser reconhecida pela Anatel, pela antecipação das metas de universalização previstas para dezembro de 2003. De acordo com essa antecipação, a Sercomtel pode e já vem ampliando sua atuação em outras regiões.
• Sercomtel Celular S/A. - Apresenta um capital social de R$ 40,8 milhões, sendo seus principais acionistas a Prefeitura de Londrina, com 55% de ações ON e PN, e a COPEL, com 45% de ações ON e PN. Em maio de 1996, a Sercomtel Celular tornou-se a primeira operadora da América Latina a oferecer celular digital no padrão TDMA. Trinta e nove estações rádio-base garantem cobertura de sinal em todo o município de Londrina (áreas urbana e rural). Em dezembro de 2003, a Sercomtel Celular inaugurou o sistema GSM na área 43, também sendo a pioneira a lançar este produto. A Sercomtel Celular possui 87.327 de capacidade TDMA e 18.397 em GSM, o que representa 15,07 terminais para cada 100 habitantes.
• Onda - O Onda Provedor de Serviços S/A é um provedor de acesso a Internet. Seus sócios são: COPEL, com 24,5%; Sercomtel, com 24,5%; Lanis, com 25,5%; e América Negócios, com 25,5%. A empresa tem a vantagem competitiva da alta velocidade aliada à alta segurança, por utilizar a rede de fibras ópticas que a COPEL instalou em todo o Estado para a transmissão de dados, voz e imagem, além de ATM e VPND. A conexão do Onda com a Internet é de 8Mbps, a mais rápida do Paraná. No quarto trimestre de 2003, ela reposicionou sua missão para: “proporcionar aos nossos clientes elevados níveis de segurança para suas informações, garantindo tranqüilidade e continuidade de seus negócios”.
Ações relevantes em 2003 foram: (1) Break-even operacional, (2) redução dos custos de comunicação e (3) estudos para oferecer soluções ASP (Aplication Service Provider), lançando o primeiro aplicativo (Everest ASP Onda). Trata-se de serviços adequados para atender os mercados SOHO e Corporate, com foco principal na segurança e continuidade dos negócios.

SETOR DE SANEAMENTO
• Dominó Holding S/A. - É constituída pela COPEL (15%), Construtora Andrade Gutierrez S/A (27,5%), Opportunity Daleth S/A. (27,5%) e Sanedo Ltda. - Grupo Vivendi (30%). A Dominó Holding detém 39,7% do capital votante da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). A Sanepar foi criada em 23/01/1963, para atuar no setor de saneamento básico em todo o Estado do Paraná. A Sanepar é uma empresa de economia mista, cujo maior acionista ordinário é o Governo do Estado do Paraná, com 60% das ações. Já o Grupo Dominó possui 39,71% das ações, e as Prefeituras Municipais, 0,29 %. Atualmente a Sanepar presta serviços de captação, tratamento e distribuição de água e coleta e tratamento de esgoto em 342 dos 399 municípios do Estado do Paraná, atendendo com água tratada aproximadamente 7,9 milhões de pessoas (98,4% da população urbana), e com serviços de esgoto sanitário, 3,6 milhões de pessoas (44,6% da população urbana). A empresa prevê fortes investimentos em esgoto, a fim de levar gradativamente o nível de atendimento até 80% em 2010, considerado excelente para os padrões brasileiros.

SETOR DE SERVIÇOS
• Braspower - É fruto da associação da COPEL (49%) com a Engevix Engenharia (51%). Seu foco é o mercado internacional, especialmente o Sudeste Asiático e a China, onde oferece as tecnologias desenvolvidas no Brasil para projetos associados a energia e infra-estrutura.
• Escoelectric - Constituída em dezembro de 1998, a Escoelectric é uma Energy Service Company (ESCO). Visa oferecer ao mercado serviços multidisciplinares, específicos e diferenciados, para atender as necessidades e exigências do cliente, com flexibilidade, qualidade, prazos e a melhor tecnologia. Busca sempre proporcionar vantagens técnicas e econômicas, e está estruturada em divisões de negócios voltadas para a prestação de serviços em comissionamento e ensaios, gerenciamento energético, operação e manutenção, e em outras atividades. Seus sócios atuais são a COPEL (40%) e o LACTEC (60%).
• COPEL Amec - A COPEL Amec tem como sócios a COPEL (48%), a Amec (47,5%) e a Lactec (4,5%). Com sede em Curitiba e voltada principalmente para o mercado brasileiro, a empresa oferta serviços de engenharia, desde a fase de planejamento e estudos de viabilidade de obras de infra-estrutura até o fornecimento de pacotes completos de EPC (Engineering, Procurement and Construction) e de Owner’s Engineering, passando por projetos, consultorias, diligenciamentos técnicos e ambientais. No dia 27 de agosto de 2003 a COPEL enviou correspondência formal para os sócios Lactec e Amec, conforme cartas SEDIR-C/081/2003/CPA e SEDIR-C/078/2003/CPA, respectivamente, propondo o encerramento da sociedade. Até a presente data não foi recebida resposta formal sobre o assunto.

 

EMPREENDIMENTOS EM IMPLANTAÇÃO

SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA
A COPEL participa de três parcerias em empreendimentos de geração de energia elétrica que estão em fase de implantação. São projetos de geração hidráulica, cujas concessões foram obtidas através de licitações da Aneel e que vão possibilitar à COPEL, nos próximos anos, aumentar sua produção e venda de energia elétrica em cerca de 1.450 MW instalados:

Usina Hidrelétrica Campos Novos - As empresas constituintes da ENERCAN foram vencedoras do leilão 01/98, promovido pela Aneel em 4 de agosto de 1998, visando a implantação e exploração da Usina Hidrelétrica Campos Novos, no rio Canoas, nos municípios de Campos Novos, Abdon Batista, Celso Ramos e Anita Garibaldi, todos no Estado de Santa Catarina. O Governo Federal, através de decreto de 30/09/99, outorgou à ENERCAN concessão para geração de energia elétrica através do Contrato de Concessão 43/2000, com duração de 35 anos, prorrogáveis. A ENERCAN é uma empresa de propósito específico, sob forma de sociedade anônima de capital fechado, que tem por objeto a construção, operação e exploração da Usina Hidrelétrica Campos Novos, bem como do Sistema de Transmissão Associado. A usina contará com uma potência instalada de 880 MW e energia assegurada de 377,9 MW médios. O início de operação comercial está previsto para fevereiro de 2006. A sociedade é composta por CPFL Geração de Energia S/A. – CPFL-G (48,72%); COPEL Participações S/A. – COPEL-PAR (16,73%); Companhia Brasileira de Alumínio - CBA (16,00%); Companhia Níquel Tocantins - CNT (10,00%); Companhia Estadual de Energia Elétrica – CEEE (6,51%); e Centrais Elétricas de Santa Catarina – CELESC (2,03%). O projeto contará com financiamento de R$ 620 milhões do BNDES, já aprovado, e de US$ 75 milhões do BID, cujo contrato encontra-se em negociação. Em novembro de 2003, a COPEL estabeleceu um compromisso no qual se comprometeu com a venda da totalidade das ações ordinárias (16,73%) à CBA e CNT, sócias atuais da ENERCAN. Nessa oportunidade, a COPEL recebeu R$ 17,7 milhões a título de sinal de negócio. A operação foi submetida à Aneel e aprovada mediante a Resolução nº 53, de 17/02/2004.
Assim sendo, como resultado da efetivação da venda, a COPEL recebeu o saldo de R$ 73,5 milhões no dia 27 de fevereiro de 2004.
• Usina Hidrelétrica São Jerônimo - Projeto que compreende o futuro aproveitamento hidrelétrico do Rio Tibagi, localizado entre os municípios de Tamarana e São Jerônimo da Serra, Estado do Paraná. A Usina terá duas unidades geradoras com capacidade nominal de 165,5 MW cada uma, totalizando uma capacidade mínima instalada de 331 MW, com energia mínima assegurada de 165,5 MW médios. A implementação do empreendimento terá como base a concessão de uso de bem público para exploração do aproveitamento Hidrelétrico de São Jerônimo, constante do Edital de Leilão N.º 002/2001-Aneel e outorgada ao Consórcio São Jerônimo em 3 de outubro de 2001. A COPEL possui 21% da participação no consórcio, mas essa participação percentual pode aumentar significativamente devido a uma reestruturação pela qual o consórcio está passando, em razão de dificuldades financeiras de um de seus membros. O custo orçado desse projeto é de R$ 510 milhões. O consórcio pretende obter o financiamento necessário sob a modalidade de project finance.
• Usina Hidrelétrica de Santa Clara/Fundão - O Complexo Energético Fundão Santa Clara é composto por dois aproveitamentos hidrelétricos no Rio Jordão, no Estado do Paraná: a Usina Hidrelétrica Santa Clara e a Usina Hidrelétrica Fundão, que, somadas, têm uma potência instalada de 238 MW (energia total assegurada de 135,40MW médios). Os arranjos físicos selecionados contam ainda com duas PCHs, com potência instalada extra de 5,9 MW. O complexo foi licitado no Leilão Aneel 002/2001 e teve sua concessão outorgada em 25 de outubro de 2001 à Elejor – Centrais Elétricas do Rio Jordão S/A., sociedade de propósito específico constituída para viabilizar a implantação e a exploração do empreendimento mediante a operação comercial e venda da energia, durante 35 anos, com renovação por igual período, conforme contrato de Concessão da Aneel. Esta empresa tem como acionistas ordinários a COPEL, com 40% do capital, a Construtora Paineira, com 30%, e a Triunfo Participações, com 30%.
A Eletrobrás detém a totalidade das ações preferenciais. O investimento total do projeto está orçado em R$ 458 milhões. Deste valor, R$ 270 milhões devem ser obtidos junto ao BNDES, por meio de negociação que se encontra em andamento. O início da geração comercial da primeira máquina da UHE Santa Clara está previsto para março de 2005, e o da UHE Fundão, para julho de 2006. Em 18/12/2003, a COPEL e a Triunfo Participações assinaram Contrato de Compromisso de Alienação de Ações, o qual estabelece a compra por parte da COPEL de 30% das ações ordinárias da Triunfo na Elejor. Nessa oportunidade, a COPEL pagou R$ 7,4 milhões de sinal de negócio, do que resultou o aumento de sua participação de 40% para 70%. Conforme estabelecido no referido contrato, a operação foi submetida à aprovação da Aneel e do CADE (Conselho de Direito Econômico) para sua efetivação, devendo a COPEL pagar à época R$ 30 milhões e disponibilizar um bloco de energia de 16.005.668 kWh (dezesseis milhões, cinco mil, seiscentos e sessenta e oito quilowatt/hora). Também faz parte da operação o valor de R$ 300 mil, referentes à cessão de equipamentos (guindastes), cuja avaliação encontra-se em andamento.

 

EMPREENDIMENTOS EM ESTUDO

Em parceria com a iniciativa privada, a COPEL desenvolve também diversos estudos de viabilidade técnico–econômica e ambiental de projetos de geração de energia elétrica constituídos na forma de consórcios para onze PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), as quais totalizam cerca de 160 MW de potência instalada.

 

ÁREAS ESTRUTURAIS
As atividades de Auditoria, Comunicação e Marketing, Tecnologia da Informação, Logística de Serviços, Pesquisa & Desenvolvimento e Segurança Empresarial permeiam a atuação da Empresa em todos os segmentos de negócios. Asseguram a identidade, a sinergia e o alinhamento permanente com o referencial estratégico da Companhia, e foram desenvolvidas intensamente no exercício findo.

 

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E MARKETING
A Coordenação de Marketing (CMK) é responsável pela interação sistemática entre a COPEL e seus públicos interno e externo, planejando também as políticas de publicidade, propaganda, e de relações públicas da Companhia. A área é subordinada hierarquicamente à Presidência e possui núcleos de: Planejamento e Controle de Marketing, Comunicação com os Clientes, Pesquisas e Informações de Marketing, Endomarketing, Marketing Cultural, Gestão de Eventos, Jornalismo, e Apoio à Gestão.
No ano de 2003 a COPEL esteve bastante presente na mídia em razão das muitas medidas e ações relacionadas à reestruturação interna, ao restabelecimento do seu equilíbrio econômico-financeiro, à reorientação estratégica para o atendimento das demandas sociais do Estado e às discussões em torno da implementação das novas regras do setor elétrico brasileiro. Assim, nesse ano, a área de jornalismo teve uma atuação ativa, permanente e destacada no cumprimento das suas funções dentro do setor.
Outra área com forte atuação na CMK em 2003 foi a que responde pelo marketing cultural da Empresa. Entre as atividades de marketing cultural patrocinados com incentivo fiscal da Lei Rouanet destaca-se o projeto Iluminando Gerações, apresentação itinerante de teatro num caminhão da empresa especialmente transformado para ir até as escolas. O Museu da Energia, em Curitiba, por sua vez, recebeu a visita de aproximadamente 17.000 crianças. Vinculada também à Coordenação de Marketing, nesse ano foi criada a área de Endomarketing que visa introduzir um novo conceito de relacionamento entre a direção da Empresa e seus empregados e, igualmente, aproximar os familiares do corpo funcional da realidade da COPEL.
A função do endomarketing é difundir as idéias institucionais, por meio das quais são estreitadas e fortalecidas as relações de trabalho. Uma das suas principais atribuições é promover ações de relacionamento dos empregados entre si, e com destes as diretorias. Visa também coordenar os processos de comunicação interna. Alinhada ao referencial estratégico, à cultura organizacional e às ações institucionais, essa ação contribui para que a Empresa alcance seus resultados e maior produtividade.
Em setembro de 2003, foi implantado o programa COPEL – Prazer em Conhecer, que tem como objetivo proporcionar maior integração nas relações pessoais entre a Diretoria e os empregados. O programa promoveu visitas do Presidente e dos Diretores a diversas áreas da Empresa, cafés da manhã com o corpo funcional, visita de familiares ao ambiente de trabalho e uma agenda especial para os empregados.
O COPEL – Prazer em Conhecer esteve presente também no Programa de Integração de Novos Empregados.
Para 2004, foram criados dois novos programas: COPEL Sem Distâncias, que dará continuidade ao programa COPEL - Prazer em Conhecer, com o objetivo de encurtar as distâncias físicas e hierárquicas e diminuir diversidades. Para isso, será enfatizada a importância e a relevância de cada empregado para a Companhia. Também foi criado o Programa A Energia dos Nossos Talentos, ferramenta de gestão que permite a abertura de espaço na Organização para reconhecimento e valorização do talento natural e profissional dos empregados. No programa são reconhecidos e valorizados os talentos que se destacam nas áreas de conhecimento tecnológico, artístico, cultural e em outras áreas de incentivo organizacional.
O núcleo de Informações de Marketing coordenou a Pesquisa Nacional de Satisfação do Cliente Residencial, promovida pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica - Abradee, e realizada com 44 empresas do setor elétrico brasileiro. Também coordenou a pesquisa junto às concessionárias de eletricidade dos países da América do Sul, realizada pela Comissión de Integración Energética Regional – CIER.
A COPEL, mais do que qualquer outra empresa no Estado, interage mensalmente com mais de 3 milhões de clientes através da fatura de energia. O Call Center recebe em média 600 mil ligações mensais e, para aumentar seu relacionamento com os clientes, está reabrindo agências em todo o estado.
Com essas ações a Empresa procura cumprir sua missão de marketing, que é entender e atender os seus clientes. Os planos da Coordenação de Marketing para 2004 incluem o desenvolvimento do Portal da Intranet da COPEL e de uma Central de Notícias; a atualização, complementação e organização do acervo fotográfico; e a digitalização do acervo da comunicação interna.

 

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Dentro do processo de unificação da COPEL, as áreas de Tecnologia da Informação (TI) também foram reunidas em uma única superintendência, que assumiu os seguintes desafios:
Alinhar a área de TI ao nível estratégico da Organização, alinhando-a às suas necessidades maiores e priorizando projetos que agreguem mais valor a essas estratégias; e transformar a forma de atuação da área de TI no que há de mais moderno em termos de gestão, focando principalmente a revisão dos seus processos, a capacitação do seu pessoal e as metodologias de gestão da mudança.
A partir das diretrizes, com o início do projeto de atualização tecnológica e a consolidação da infra-estrutura, foram priorizados os projetos com maior impacto sobre as estratégias da Organização, direcionando os esforços para a implementação de sistemas de gestão empresarial e de gestão de consumidores; a utilização de software livre; a ampliação do uso da tecnologia de geoprocessamento; o uso de computação móvel; a agilização do processo de aquisições da Empresa; e a implantação de sistemas de suporte aos processos da área de engenharia e da área comercial, entre outros.

 

SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL (ERP) E DE GESTÃO DE CONSUMIDORES

Trata-se dos projetos mais importantes do conjunto de projetos da TI, pelo grau de alinhamento com as estratégias definidas pela Diretoria, em que a busca da eficiência operacional ocupa posição de destaque.
O objetivo é substituir os sistemas atuais por outros que permitam aperfeiçoar os processos internos da Organização e consolidar a situação de excelência da Empresa no setor elétrico brasileiro.

 

TRANSFORMAÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

Este projeto está diretamente relacionado à transformação da forma de trabalho da superintendência e tem como objetivo a implantação de processos reconhecidos mundialmente como padrões que aumentam a eficiência e a eficácia em TI. Como produtos principais deste trabalho, pode ser citado: o gerenciamento efetivo das demandas, cuja finalidade é alinhar os projetos de TI às estratégias empresariais pelo trabalho por Negócios e Processos da Empresa; e o reforço da filosofia de Gerenciamento de Projetos e por Projetos, a fim de garantir a obtenção de resultados com qualidade.

 

SOFTWARE LIVRE

Com a finalidade de tes